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    MATRIZ DO GOVERNO DO ESTADO

    Joinville e região chegam a dois meses em situação “gravíssima” de risco para coronavírus

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    Saavedra
    Por Saavedra
    12/09/2020 - 09h17
    Indicadores sobre leitos seria um dos motivos pelos quais a região se mantém no nível mais elevado de gravidade
    Indicadores sobre leitos seria um dos motivos pelos quais a região se mantém no nível mais elevado de gravidade (Foto: Divulgação)

    Nesta segunda-feira, a região de Joinville completa dois meses de situação “gravíssima” na avaliação de risco para a pandemia mantida pelo governo do Estado. Somente essa regional, a Nordeste, se manteve durante esse período no mais alto patamar de gravidade na classificação de risco. O boletim de sexta-feira do governo do Estado registrou a ocorrência de 297 mortes em Joinville por Covid-19 desde o início da pandemia. Até agora, são 19,3 mil casos – mais de 90% estão recuperados.

    > Mesmo com eventual recuo em matriz de risco, novas flexibilizações em Joinville não serão imediatas

    > Após decreto sobre idosos, novas flexibilizações em Joinville só saem se região deixar situação “gravíssima”

    Na última atualização da matriz do governo do Estado, divulgada na quarta-feira, apenas Nordeste e as regionais Laguna e Alto Vale do Rio do Peixe apresentavam o nível “gravíssimo’. As demais estavam em situação “grave”, com exceção do Extremo-oeste, em risco “alto”. A escala tem ainda a classificação “moderada”, de menor risco, ainda sem nenhuma regional de saúde nessa condição.

    Nesses dois meses, Joinville enfrentou o agravamento da pandemia, com crescimento de mortes e internações entre o final de julho e meados de agosto. O mês passado registrou 109 mortes por causa do coronavírus, o número mais alto em um mês desde o início da pandemia. Desde os últimos dias de agosto até agora, os indicadores começaram a recuar, com registro de um número menor de vítimas.

    No entanto, a situação “gravíssima” se manteve. A Secretaria de Saúde de Joinville tem alegado que a maior oferta de leitos poderia tirar a cidade e região desse nível, mas como a demanda por internação tem caído, não faria sentido em manter as vagas disponíveis enquanto há fila por outros atendimentos. As novas flexibilizações em Joinville estão condicionadas à posição melhor na matriz de risco do Estado.

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