A utilização do empréstimo de R$ 100 milhões do PAC da Mobilidade pela prefeitura de Joinville será parcial, alcançando no máximo R$ 56 milhões (o mais provável é quem nem essa quantia seja executada). Até agora, foram usados R$ 20 milhões. Ao longo do ano, o município já vinha adiantando que pretendia buscar outras fontes de recursos porque o dinheiro do financiamento já não era mais suficiente para todo o pacote previsto. Agora, o sistema de acompanhamento de contratos do governo federal já mostra a revisão dos valores.

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O PAC da Mobilidade foi assinado no final de 2014, com dois contratos para obras viárias, como requalificações de ruas utilizadas pelos ônibus, construção de pontes, entre outros investimentos em mobilidade. Um dos contratos, o “eixo Oeste”, previa R$ 30 milhões. Desse montante, foram liberados R$ 11 milhões, utilizados nas ruas São Paulo, Blumenau e Santa Catarina.

Para o “eixo Leste”, estavam previstos R$ 70 milhões. Com a revisão, ficará em R$ 26 milhões. Até o momento, pouco mais de R$ 9 milhões foram liberados. Nesse contrato, estão em andamento as obras nas ruas Aubé, Albano Schmidt e Helmut Fallgatter.

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A execução das obras atrasou no governo anterior por causa da elaboração de projetos e os investimentos complementares a serem feitos pela prefeitura. A atual administração cita a insuficiência dos recursos previstos para dar continuidade ao PAC – as obras já iniciadas serão concluídas. No caso da requalificação da avenida João Colin, os R$ 5 milhões reservados no empréstimo seriam suficientes para apenas um terço das obras previstas. Em outro exemplo, os R$ 18 milhões para a requalificação das ruas Monsenhor Gercino e da Florianópolis não bancam mais nem metade do trabalho previsto.

A maioria das obras que não serão mais executadas com o PAC da Mobilidade deverá ser incluída em convênios com o governo estadual, conforme o planejamento da prefeitura. As solicitações já foram feitas ao Estado.

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