Quase quatro anos depois de apresentar a proposta, o DNIT não levou em frente as tratativas para alargar o aterro do canal do Linguado, em São Francisco do Sul. A ampliação lateral seria para a instalação das novas pistas da duplicação da BR-280. O protocolo inicial foi feito no Ibama, mas até agora, conforme o instituto ambiental, os estudos correspondentes não foram apresentados.

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Neste momento, conforme as discussões entre Ibama, Ministério Público Federal e DNIT, a opção é aguardar pelos resultados do estudo do Grupo Pró-Babitonga sobre a opção mais viável para o Linguado (reabertura total ou parcial ou manutenção do aterro), em trabalho a ser concluído até o final do ano. A duplicação da rodovia foi iniciada em São Francisco do Sul, mas ainda outras frentes a serem executadas antes do Linguado.

Em 2019, o DNIT alegou que o alargamento de 1.040 metros do aterro seria uma opção mais econômica para a duplicação da 280. Seria uma forma de permitir as obras da rodovia até que fosse apontada uma solução definitiva, como uma ponte, por exemplo. Mas sem a apresentação dos estudos, o Ibama nem chegou a avaliar a possibilidade.

A travessia do canal do Linguado faz parte do lote 1 da duplicação. A primeira licença para as obras (prévia) tinha previsão de ponte. Mas como não foi apresentado o projeto pertinente, a licença de autorização das obras (instalação) do trecho foi concedida sem levar em conta o Linguado. A situação continua assim até hoje, sem definição sobre o que será feito no Linguado.

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