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Crime

Adolescente encontrada morta no Sul de SC recebeu mais de 40 facadas, diz IGP

Peritos afirmam que ela morreu em decorrência da hemorragia provocada pelos golpes

16/09/2019 - 21h55 - Atualizada em: 17/09/2019 - 15h16

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Redação
Por Redação DC
Brenda morava em Maracajá, a cerca de 70km de onde o corpo dela foi encontrado
Brenda morava em Maracajá, a cerca de 70km de onde o corpo dela foi encontrado
(Foto: )

O Instituto Geral de Perícias (IGP) confirmou nesta segunda-feira (16) que a adolescente Brenda Carvalho Rocha recebeu mais de 40 facadas. A jovem morreu em decorrência da hemorragia provocada pelos ferimentos. O corpo dela foi achado perto de uma plantação de eucaliptos, no sábado (14), em Passo de Torres, no Sul de Santa Catarina.

De acordo com a Polícia Civil, o laudo oficial sobre a morte ainda não foi concluído. No entanto, as investigações para apurar a autoria do crime já iniciaram. Os policiais ainda não contam detalhes, para não atrapalhar os trabalhos. Até esta segunda-feira, nenhum suspeito foi preso.

Brenda morava com a família em Maracajá, a cerca de 70 quilômetros de onde ela foi achada morta. Ela desapareceu na sexta-feira (13), quando estava voltando de um salão de beleza, onde tinha ido fazer as unhas.

Suposto vídeo perdido

Imagens de uma câmera de monitoramento, que poderiam ajudar a Polícia Civil a elucidar o caso da morte de Brenda foram perdidas. Conforme os policiais, no caminho que ela fez até o salão, há um ginásio mantido pela Prefeitura de Maracajá. No local, uma câmera registrou o momento em que ela passou indo até o local em que faria o procedimento estético.

Segundo a polícia, o vídeo de uma das câmeras que poderia mostrar um eventual rapto da menina acabaram não ficando registradas no sistema de monitoramento. A empresa que presta o serviço para a prefeitura nega a fala dos policiais e garante que todos os vídeos disponíveis foram repassados aos investigadores.

O delegado Lucas Fernandes da Rosa diz que as imagens da câmera em questão poderiam trazer elementos importantes para a investigação. Segundo ele, causou estranhamento o fato de o arquivo não constar no sistema.

— A imagem dessa câmera abrangeria praticamente a frente da residência onde ela teria ido por último. Segundo familiares, ela saiu pra fazer a unha e depois que saiu dessa residência, ela desapareceu. Se tivéssemos acesso a essas imagens, com certeza, a gente conseguiria ter uma melhor compreensão do que ocorreu, para que lado teria saído, se teria algum veículo perseguindo ela, coisas do gênero, que nos daria um norte melhor para a investigação — explicou o delegado responsável pelo caso.

A empresa de monitoramento é contratada pelo município, e, segundo o prefeito Arlindo Rocha, o que havia de imagens no sistema foi cedido à Polícia Civil. Ele disse que tomou conhecimento sobre uma possível falha no sistema de gravação das imagens, o DVR, e que vai cobrar esclarecimentos da empresa sobre essa hipótese.

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