Um dos acusados de matar e estuprar duas adolescentes em Goiás foi preso neste sábado (23) pela Polícia Civil de Blumenau. Rafael Dichtl é um dos quatro condenados pelas mortes de Natália Oliveira da Silva, de 14 anos, e Raiane Maia Moreira, de 17 anos, que ocorreram em 2007 e chocaram o Brasil.

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Conforme a Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Blumenau, o homem foi encontrado em Gaspar, no Vale do Itajaí, por volta das 18h. O encontrou ocorreu após troca de informações com a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) em Gaspar, no Vale do Itajaí. Ele estava em Santa Carina há cerca de sete meses.

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O homem estava foragido após ser condenado a 45 anos de prisão pela morte das adolescentes em maio deste ano. Depois do cumprimento do mandado de prisão preventiva, ele foi encaminhado ao Presídio Regional de Blumenau onde ficará à disposição da Justiça.

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Entenda o caso

O crime ocorreu em Cidade Ocidental, município de Goiás. As adolescentes foram estupradas por quatro homens e depois mortas com tiros na cabeça. Conforme a denúncia, Rafael atirou duas vezes na cabeça de Raiane. Os corpos foram encontrados dois dias depois do desaparecimento. As informações são do g1.

Segundo o Ministério Público, Amadeus Gonçalves da Silva, conhecido como João Grandão, namorou uma mulher por cerca de oito meses, que terminou o relacionamento após descobrir que ele a traía com Natália e outras jovens. Depois, o acusado passou a namorar Natália, que terminou um tempo depois com ele para ficar com Diego, também denunciado pelo crime.

Como não se conformava com o fim do relacionamento, Amadeus arquitetou o crime contando com a ajuda do atual namorado da ex. No dia do crime, Natália disse que iria dormir na casa de Raiane depois de irem à uma festa, junto com outra amiga. As duas foram acompanhadas de Amadeus, Elias e um adolescente.

Ainda de acordo com a promotoria, Amadeus comandou o início da ação criminosa, que acabou com o estupro coletivo e as mortes de Natália e Raiane.

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Os quatro acusados são: Amadeus Gonçalves da Silva, Rafael Dichtl, Henrique Diego Braz dos Santos e Elias Sorata Júnior. Eles foram julgados em maio deste ano. Juntas as penas chegam a mais de 192 anos de prisão.

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