Imagens de câmeras de segurança revelaram como os dois homens presos por envolvimento no atentado contra o tenente da Polícia Militar de São Paulo Ronickson Pimentel dos Santos, irmão de Eloá Pimentel, participaram do crime, que aconteceu no sábado (17). Conforme a prefeitura, eles teriam ajudado os atiradores prestando apoio logístico com outros veículos.

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As câmeras do sistema de monitoramento da cidade foram analisadas logo depois do atentado e, com elas, a polícia conseguiu acompanhar o deslocamento dos suspeitos até a comunidade de Heliópolis, conforme informações do g1. Ronickson foi atingido por tiros na cabeça poucos minutos depois de sair de uma academia.

Veja o vídeo

Um dos suspeitos teria dirigido um carro que levou um dos atiradores até o local onde ele embarcou na motocicleta utilizada no atentado. Outros dois veículos, que teriam acompanhado a ação antes e depois dos tiros, também foram identificados pelas câmeras.

Os suspeitos foram localizados no domingo (28), após terem a prisão temporária decretada, em Guaianases, na Zona Leste de São Paulo. Os automóveis foram apreendidos com os investigados e vão passar por uma perícia. Outro homem, de 24 anos, foi até o Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) para acompanhar o pai, mas não chegou a ser preso.

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Veja fotos do caso do ataque à Ronickson Pimentel

Tenente está internado em estado gravíssimo

De acordo com a última atualização, no domingo (28), Ronickson está internado em estado gravíssimo e estável, sob monitoramento neurológico contínuo, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Estadual Mário Covas, em Santo André, no ABC Paulista.

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Polícia investiga motivação do ataque contra PM

A Polícia Civil apura a motivação do ataque contra o tenente Pimentel. Segundo o major Marcos Verardino, em entrevista concedida neste domingo (28) no Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa, em São Paulo, as investigações indicam que o crime foi planejado.

— A gente ainda está cruzando as informações para verificar a motivação, mas com certeza premeditado — afirmou.

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Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), as investigações apontam que os suspeitos teriam ligação com os homens responsáveis pela perseguição e pelos disparos contra o policial militar. A apuração indica que eles teriam dado apoio à ação criminosa, atuando de forma coordenada com os executores por meio de veículos que acompanharam a motocicleta usada no atentado antes e depois dos tiros.