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    Ciclone em SC teve ventos de até 168 km/h, maior velocidade já registrada pela Epagri

    Estações de monitoramento da Epagri registraram ventos acima de 100 km/h em várias cidades

    10/07/2020 - 15h51

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    Lucas
    Por Lucas Paraizo
    Ciclone bomba
    Ciclone atingiu mais de 200 cidades catarinenses e causou 13 mortes
    (Foto: )

    A passagem do ciclone bomba por Santa Catarina nos dias 30 de julho e 1º de julho fez a rede de estações hidrometeorológicas do Estado registrar um recorde na velocidade do vento: 168,8 km/h em Siderópolis, no Sul catarinense.

    O ciclone deixou um rastro de destruição por todas as regiões de Santa Catarina, com ventos acima de 100 km/h em várias cidades. Segundo a Epagri, além de Siderópolis os registros mais fortes do vento ocorreram em Urupema, na Serra, com 126 km/h, e Indaial, no Vale do Itajaí, com 121 km/h. Outras sete estações registraram ventos entre 113 e 117 km/h, e nove delas registraram ventos de 89 a 102 km/h.

    Os 168,8 km/h registrados na estação de Siderópolis são um novo recorde na rede de monitoramento do governo de SC. Antes, o registro mais forte tinha acontecido em Celso Ramos, no Planalto Sul, com ventos de 161,9 km/h em outubro de 2010. A Epagri tem 50 estações com medidores de velocidade do vento.

    Conforme a Defesa Civil de Santa Catarina, a passagem do ciclone causou prejuízos de até R$ 500 milhões. Mais de 200 cidades foram atingidas e 13 pessoas morreram. O vento forte gerou também o maior dano da história na rede de energia elétrica, deixando quase metade dos catarinenses sem luz.

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