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Descoberta causa das crateras na SC-401, em Florianópolis; veja imagens

Chuva faz barranco desmoronar no trecho de Santo Antônio de Lisboa

18/10/2021 - 11h53 - Atualizada em: 18/10/2021 - 21h24

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Juliana
Por Juliana Gomes
Água da chuva causa buracos na lateral da rodovia
Água da chuva causa buracos na lateral da rodovia
(Foto: )

Uma vistoria da Defesa Civil de Florianópolis identificou que as crateras às margens da SC-401 têm origem numa linha de drenagem que dá vazão à agua da pista. Com os buracos, ficaram expostos cerca de 4 metros da adutora que abastece os bairros da região. A preocupação da Defesa Civil é evitar que com uma chuva forte a adutora vaze ou rompa. 

O problema foi denunciado à CBN Diário por moradores do bairro Santo Antônio de Lisboa na última quinta-feira (14). 

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No local, os técnicos da Defesa Civil verificaram na última sexta (15) e nesta segunda (18) que a água sobre a rodovia, direcionada para a área verde das laterais, está causando os buracos e deixando à mostra uma tubulação de água de 300 mm.

Com esta adutora, são abastecidos moradores próximos à SC-401, nos bairros Açores, Sambaqui, Saco Grande, João Paulo, Monte Verde e Cacupé, segundo a Defesa Civil. 

- Um ofício foi encaminhado à Casan e à Secretaria de Infraestrutura do Estado (para que façam os reparos). Não há risco de o asfalto romper, mas se romper a adutora pode afetar a região – disse o gerente de operações da Defesa Civil Alexandre Vieira. 

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Conforme Vieira, não foi dado um prazo para que o governo do Estado apresente uma solução. A Secretaria de Estado de Infraestrutura informou na quinta que uma equipe da pasta já esteve no local na semana passada para uma vistoria e uma empresa será contratada para fazer uma obra emergencial, que compreenderá a recomposição do talude, bueiros e descidas d’água entre outras melhorias. 

Embora em dezembro de 2020 tenha sido concluída uma obra na rodovia, a secretaria garante que o problema apontado pelos moradores decorre do desgaste da rede pluvial e não tem relação com a reforma recente.

- Temos ali 4 metros expostos de adutora e aérea. Se ficar mais do que isso, dependendo da intensidade de chuva, pode vazar ou romper - explicou Alexandre Vieira. 

O gerente de operações destaca que a solução para o problema deve ser apontada por uma equipe técnica da secretaria de Infraestrutura. 

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