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    "Ela tinha muito amor no coração", diz irmã de mulher encontrada morta em Araquari

    Cleide Gonçalves de Oliveira estava cinco dias desaparecida

    25/09/2020 - 08h53 - Atualizada em: 25/09/2020 - 12h53

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    Patrícia
    Por Patrícia Della Justina
    Cleide tinha 31 anos e deixa uma filha de 12 anos
    Cleide tinha 31 anos e deixa uma filha de 12 anos
    (Foto: )

    Cleide Gonçalves de Oliveira, 31 anos, foi encontrada morta na tarde da última quinta-feira (24) em Araquari. Ela estava desaparecida há cinco dias. A polícia ainda investiga o caso, mas o corpo da mulher foi encontrado após um homem confessar o crime na delegacia do município e informar o local onde havia a enterrado. 

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    A família busca, agora, por justiça e por entender o que pode ter motivado o crime. A irmã dela, Cleidiane Gonçalves de Oliveira, disse não ter conhecimento a respeito do homem. Para ela, agora só resta dor e inquietação. 

    - A bondade dela é o que mais vai me marcar. Ela tinha muitas amizades. Aonde ia, todos gostavam dela. Ela não não tinha maldade, tinha muito amor no coração - conta a irmã. 

    Irmã a viu no dia do desaparecimento 

    Natural de Blumenau, Cleide veio morar com a mãe e dois irmãos em Joinville quando ainda tinha seis anos, para tentar novas oportunidades de vida. A relação das irmãs foi sempre de muita proximidade, já que possuem um ano de diferença. 

    A última vez em que Cleidiane a viu, foi no último sábado (19), mesmo dia do desaparecimento, quando foi à casa da irmã para tomar café. Segundo ela, a irmã não apresentava nenhum comportamento diferente. 

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    - Estávamos sempre em contato, colocando o papo em dia. Ela sempre foi muito preocupada com a família - completa a irmã. 

    Cleidiane conta que deu à luz à filha há nove meses. Para ela, a irmã foi uma das pessoas que mais prestou apoioa desde a gestação. 

    Cleide deixa uma filha de 12 anos, a quem ela mais se dedicava. 

    - Ela trabalhava com limpeza, mas estava desempregada por causa da pandemia e agora estava tentando conseguir emprego de novo. E estava perto de conseguir porque as coisas estão melhorando. Tudo o que ela fazia era para a filha - destaca.

    Cleide morava apenas com a menina em Araquari. A menina estava de férias na casa da avó, em Joinville, e agora permanece com os familiares. 

    Cleide será enterrada às 14 horas desta sexta-feira (25) no Cemitério Nossa Senhora de Fátima. 

    Acompanhe o desfecho da história

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