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    Eleições 2020: Pesquisa indica 2º turno entre Hildebrandt e Kleinübing em Blumenau

    Pesquisa para prefeitura de Blumenau ouviu 610 eleitores entre 17 e 20 de outubro, com margem de erro de quatro pontos percentuais para mais ou menos

    20/10/2020 - 23h08 - Atualizada em: 21/10/2020 - 07h02

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    Bianca
    Por Bianca Bertoli
    Pesquisa indica Mário Hildebrandt e João Paulo Kleinübing no 2º turno das eleições 2020
    Pesquisa indica Mário Hildebrandt e João Paulo Kleinübing no 2º turno das eleições 2020
    (Foto: )

    Mário Hildebrandt (Podemos) abre vantagem sobre os demais candidatos na corrida das Eleições 2020 em Blumenau, conforme pesquisa feita pelo Instituto Paraná de Pesquisas a pedido da NSC Comunicação. Hildebrandt, que tenta a reeleição, tem 33,9% das intenções. Atrás dele está João Paulo Kleinübing (DEM), com 15,7%. Se a eleição fosse hoje, de acordo com a pesquisa, iriam para o segundo turno Mário Hildebrandt e João Paulo Kleinübing.

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    Na terceira posição há um empate técnico entre Ricardo Alba (PSL) e todos os demais candidatos porque, ao oscilar dentro dos limites da margem de erro, eles podem apresentar a mesma pontuação em algum momento: Ivan Naatz (PL), Ana Paula Lima (PT), Odair Tramontin (Novo), João Natel (PDT), Débora Arenhart (Cidadania), Geórgia Faust (PSOL), Mario Kato (PCdoB), Jairo Santos (PRTB) e Wanderlei Laureth (Avante).

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    A pesquisa foi feita entre os dias 17 e 20 de outubro e entrevistou por telefone 610 eleitores em Blumenau. A margem de erro é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos, e o índice de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral.

    Mário Hildebrandt (Podemos), com 33,9%, saiu na frente na pesquisa estimulada — quando os entrevistados tiveram de responder em quem votariam na lista de 12 candidatos confirmados para as eleições. Logo atrás está o ex-prefeito da cidade, entre 2005 e 2012, João Paulo Kleinübing (DEM), com 15,7% das intenções de voto.

    Depois deles surgem Ricardo Alba (PSL) com 7,2%, Ivan Naatz (PL), 5,1%, Ana Paula Lima (PT), 4,9%, Odair Tramontin (Novo), 4,4%, João Natel (PDT), 2,0%, Débora Arenhart (Cidadania), 1,5%, Geórgia Faust (PSOL), 1,0%, Mario Kato (PCdoB), 0,8%, Jairo Santos (PRTB) e Wanderlei Laureth (Avante) com 0,7%. 

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    Outros 11,6% dos entrevistados disseram que vão votar em branco ou nulo. Há, ainda, 10,5% dos entrevistados que não definiram o voto ou não quiseram responder.

    Ana Paula e Kleinübing têm os maiores índices de rejeição

    A pesquisa também perguntou aos entrevistados em quem a pessoa não votaria de jeito nenhum. Ana Paula Lima (PT), com 47,4%, e João Paulo Kleinübing (DEM), 20,3%, têm a maior rejeição. Ivan Naatz (PL) registrou 15,2%. Os demais candidatos variaram entre 3,1% e 10% de total reprovação.

    Outros 4,6% dos entrevistados disseram que poderiam votar em qualquer candidato. Pelo menos 19,7% não sabem ou preferiram não opinar quando questionados em quem não votariam de jeito nenhum.

    Gestão de Mário Hildebrandt tem 52,4% de aprovação

    Na frente na pesquisa de intenções de voto, Hildebrandt tem também um bom desempenho na avaliação da própria gestão. Para 52,4% dos entrevistados, a administração do atual prefeito é ótima ou boa. Outros 31,1% acham regular e 13,6% ruim ou péssima. Apenas 2,8% não opinaram ou não sabiam avaliar.

    Cenário semelhante ocorreu ao questionar sobre a atuação de Hildebrandt no combate ao coronavírus: 57,5% dos entrevistados disseram achar a administração do prefeito boa ou ótima. Os que avaliam como regular são 27,5% e os que consideram ruim ou péssima, 12,2%. Somam 2,8% os que não sabem ou não opinaram.

    Isolamento social e desemprego foram os principais impactos da pandemia

    A pesquisa aponta ainda o que mais impactou a vida dos entrevistados durante a pandemia do novo coronavírus. Nesta pergunta, cada entrevistado podia indicar mais de uma situação. O isolamento social/não poder sair de casa foi apontado por 23,1%. 

    Contrastando com a resposta estão 19,3% que afirmaram não ter sentido qualquer impacto devido à crise sanitária.

    Outros 13,3% disseram que ficaram desempregados e 12,1% relataram que a renda diminuiu ou que tiveram prejuízos financeiros. O fechamento do comércio impactou 8,2% dos respondentes.

    FICHA TÉCNICA

    Período avaliado: entre 17 e 20 de outubro de 2020

    Amostra: 610 eleitores

    Método: a pesquisa foi feita por telefone, devido à pandemia da Covid-19

    Margem de erro: a máxima estimada é de 4 pontos percentuais para mais ou para menos

    Nível de confiança: 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral.

    Solicitante: pesquisa contratada por NSC Comunicação

    Registro no TSE: sob o número SC-00372/2020.

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