O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) oficializou o calendário para as Eleições 2026, estabelecendo prazos que funcionam como um filtro jurídico decisivo. Mais do que um cronograma para o eleitor, as datas impõem limites rigorosos aos partidos: qualquer descumprimento inviabiliza registros de candidatura e barra nomes das urnas eletrônicas em outubro. 

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Cronograma eleitoral  

O cronograma do TSE para as Eleições 2026 define prazos obrigatórios para eleitores e candidatos: 

Maio: prazo para o cidadão 

  • 6 de maio: data-limite para regularizar o título de eleitor, fazer o cadastramento biométrico ou solicitar a transferência de domicílio e local de votação. Após este dia, o cadastro é fechado. 

Julho e agosto: definições partidárias 

  • 20 de julho a 5 de agosto: o foco passa para as convenções partidárias, período em que siglas e federações definem suas coligações e escolhem oficialmente seus candidatos. 
  • 15 de agosto: prazo final para que os partidos registrem os nomes dos candidatos na Justiça Eleitoral.

Agosto a outubro: a campanha 

  • 16 de agosto: início oficial da propaganda eleitoral geral. A partir desta data, os candidatos podem ir às ruas e pedir votos explicitamente. 
  • 28 de agosto a 1º de outubro: período de exibição da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão.

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Outubro: os dias de votação 

  • 4 de outubro (1º Turno): eleitores vão às urnas em todo o país. 
  • 25 de outubro (2º Turno): votação final nos casos em que houver necessidade. 
  • Horário: as urnas ficam abertas das 8h às 17h (horário de Brasília).

O que acontece com quem não regulariza o título

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*Com edição de Luiz Daudt Junior.