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Opinião

Experimentação e inovação: uma ligação para a superação

Testar um caminho pode nos trazer muitos resultados a serem reavaliados

10/08/2021 - 06h04 - Atualizada em: 12/08/2021 - 12h54

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Por Redação NSC
tecnologia, computador, celular
Falar de inovação sem falarmos de monitoramento é muito difícil, é como pegarmos uma carona sem sabermos para onde estamos indo
(Foto: )

A inovação é frequentemente cobrada dos empreendedores, mas em alguns casos a pergunta que é feita é: por que mudar se como estou fazendo está “funcionando”? De fato, o que estamos fazendo pode estar trazendo algum acréscimo para a empresa, porém temos de ter cuidado, pois na maioria dos casos “funcionar” pode estar ligado à estagnação da proposta entregue, e ser um passo em direção a um possível equívoco. 

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Falar de inovação sem falarmos de monitoramento é muito difícil, é como pegarmos uma carona sem sabermos aonde estamos indo. Coletar dados e analisá-los são sem dúvida um dos primeiros passos quando queremos inovar. Com o que coletamos e analisamos temos um norte de onde estamos e, principalmente, o que está faltando para atingirmos nossos objetivos. 

Aqui, as duas palavras que intitulam o texto convergem: a inovação sempre deve ser colocada na mesma coluna da experimentação, que significa, segundo o dicionário, método científico que, partindo de uma hipótese, consiste na observação e classificação de um fenômeno em condições controladas. 

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Testar um caminho pode nos trazer muitos resultados a serem reavaliados, e isso é enriquecedor no ponto de vista do negócio e, principalmente, pessoal. Ver como atitudes diferentes podem trazer consequências diferentes. Nesse ponto temos de criar nosso próprio senso crítico, avaliar de forma fria, ajustar o que deu certo e descartar aquilo que não surtiu efeito. 

Pequenas mudanças podem ser algo que não nos traga custos e sim benefícios. Podemos testar com grupos de clientes e não com todos os nossos clientes; podemos testar utilizando tecnologia para nos ajudar a conseguir dados a serem avaliados; podemos ser criativos em nossos testes. O importante nesse ponto é termos uma visão de como aquela inovação vai impactar nossos negócios. 

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Colocar-se no lugar do cliente também é um ponto assertivo. Dou como exemplo a construção de um prédio: para termos uma ideia de como o prédio será, a construtora faz uma maquete, que mostra como ele ficará, isso não passa de uma experimentação visual para os futuros condôminos visualizarem como será sua vida naquele lugar. 

Sabemos que para mudar o nosso redor temos de mudar nosso interior, e para mudar o que pensamos temos de vivenciar, experimentar, tocar, sentir, viver. Estudos mostram que a aprendizagem está diretamente ligada à experiência que temos. 

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Se tivermos uma vivência de como será aquela mudança no nosso negócio podemos ter uma ideia de como ela nos impactará e, ainda, podemos corrigir o que não funciona. Isso só pode ser visualizado quando temos o ensaio do que será realizado. 

Por isso, experimentar a inovação é sem dúvida um caminho de ouro para termos sucesso. 

*Por Edemar Mario Faes - agente local de Inovação do Sebrae/SC.

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