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    'Herdeira' do tráfico no Rio de Janeiro é alvo de operação policial em Jurerê Internacional

    Mulher é suspeita de gerenciar os bens de traficante morto em 2019, dois anos após assinar delação premiada

    14/04/2021 - 08h16 - Atualizada em: 14/04/2021 - 17h24

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    Redação
    Por Redação Hora
    Polícia diz que Carla Oliveira de Melo ostentava vida de luxo nas redes sociais
    Polícia diz que Carla Oliveira de Melo ostentava vida de luxo nas redes sociais
    (Foto: )

    Uma mulher apontada como "herdeira" do tráfico de drogas no Rio de Janeiro é alvo de uma operação policial contra ex-aliados de Léo do Aço, traficante assassinado em 2019, dois anos após fechar um acordo de delação. 

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    A ação cumpre nove mandados de busca e apreensão, um deles no endereço de Carla Oliveira de Melo. A suspeita de gerenciar os bens de Léo vive atualmente em uma casa em Jurerê Internacional, em Florianópolis. As informações são do G1.

    A força-tarefa da Operação Rainha de Copas, que envolve policiais civis do Rio de Janeiro e de Santa Catarina, identificou que Carla e outros supostos laranjas movimentaram RS 15 milhões, desde 2019. 

    Segundo as investigações, o grupo abriu empresas de fachada para lavar dinheiro e montou uma rede para passar ao tráfico informações sigilosas da polícia. A Justiça também determinou o sequestro de R$ 7,4 milhões em bens dos suspeitos.

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    Além de Carla, são alvos o ex-marido dela, o ex-PM do Batalhão de Operações Especiais (Bope), Silvestre Andre da Silva Felizardo, e Hanna de Oliveira, apontada como uma laranja.

    A polícia investiga duas supostas empresas de fachada montadas pelo grupo. Uma delas, um negócio de material descartável, movimentou R$ 2,5 milhões nos últimos três anos, e uma agência de aluguel de lanchas, criada em dezembro do ano passado com capital de R$ 800 mil.

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    Segundo a força-tarefa, os alvos ostentavam uma vida de luxo nas redes sociais publicando fotos com lanchas, motos aquáticas, Harley Davidsons e carros conversíveis, além de viagens internacionais.

    Os mandados foram expedidos pela Vara Especializada de Combate ao Crime Organizado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. A polícia espera reunir documentos que expliquem a atividade financeira do grupo. Não há pedidos de prisão.

    *Com informações do G1

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