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Trânsito

Local em que aluno foi atropelado por ônibus escolar em Itajaí terá faixa elevada

Prazo para conclusão das melhorias é de 15 dias, segundo coordenador da Codetran

31/03/2022 - 14h02

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Talita
Por Talita Catie
Por Giulia Machado
Menino de 11 anos está no hospital
Menino de 11 anos está no hospital
(Foto: )

O local onde um aluno de 11 anos foi atingido por um ônibus enquanto ia para a escola em Itajaí terá uma faixa elevada e nova sinalização, segundo o coordenador da Codetran da cidade, Robson Costa. O acidente aconteceu nesta quarta-feira (30) e o prazo para conclusão das melhorias é de 15 dias.

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A faixa elevada ficará entre as ruas Lídia Puel Peixer e Antônio Gums Baumgartner, pouco antes do ponto exato do acidente. Robson explica que a construção de uma faixa elevada onde hoje existe a faixa de pedestres seria irregular. O plano é que também sejam instaladas sinalizações que indiquem que ali é uma área escolar.

No ano passado, pais de alunos da Escola Básica Professora Maria José Hulse Peixoto já reivindicaram mais segurança na via onde aconteceu o acidente. Entre os pedidos estavam o reforço da sinalização e a instalação de uma travessia elevada — o que não foi atendido, conforme os relatos dos moradores locais.

O acidente

O menino estava a caminho do colégio de bicicleta quando acabou atingido por um ônibus escolar. O veículo passou sobre as pernas do estudante, que precisou de cirurgia, segundo o Hospital Pequeno Anjo.

De acordo com o departamento de trânsito, o acidente aconteceu na Rua José Luiz Marcelino, na localidade da Murta, no bairro Cordeiros. Os bombeiros estiveram no local, por volta das 7h15min, e encontraram o aluno debaixo do veículo com fratura nas pernas e hemorragia.

As famílias voltaram a se mobilizar após o episódio desta semana e pedem o retorno dos ônibus escolares para os alunos da região. Elas contam que antes da pandemia as crianças contavam com esse serviço, que foi suspenso com a pausa nas aulas presenciais e não retornou.

A Secretaria de Educação informou que o serviço deixou de atender apenas as crianças da comunidade Dona Ninca, por ficar a cerca de um quilômetro da escola e a lei determinar que o serviço é para alunos que residem a três quilômetros ou mais do colégio.

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