A Nauterra, grupo que recentemente se tornou responsável pela fábrica polêmica de farinha de peixe em Itajaí, está com mais de 100 oportunidades de emprego abertas para diversas áreas operacionais na cidade. A gigante dos alimentos também administra grandes empresas, como a Gomes da Costa e Nostromo.
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As vagas são para auxiliar de produção, serviços gerais e operações, com salários que podem variar de R$ 2.207,26 e podendo alcançar até R$ 2.459,66 mensais, fora benefícios, dependendo da função escolhida. Para se candidatar, é necessário ter mais de 18 anos e escolaridade a partir do ensino fundamental.
A empresa não exige experiência profissional anterior, e também há vagas disponíveis para pessoas com deficiência (PCD). Dentro do pacote de benefícios divulgados pela Nauterra, estão plano de saúde e odontológico, participação nos resultados anuais, licença maternidade e paternidade estendida, refeições no local, vale-transporte e vale-alimentação que pode chegar a até R$ 552,00.
Como se candidatar
Para se candidatar, os interessados devem comparecer à fábrica de alimentos em uma das datas disponíveis (veja abaixo), na Rua Eugênio Pezzini, Nº 500, no bairro Cordeiros, em Itajaí, portando a carteira de trabalho e documentos pessoais. Todas as vagas são para início imediato após a contratação.
O feirão de empregos acontece nas seguinte datas:
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- 6 de maio (Quarta-feira): 9h às 12h
- 11 de maio (Segunda-feira): 15h às 19h
- 13 de maio (Quarta-feira): 9h às 12h
- 18 de maio (Segunda-feira): 15h às 19h
- 20 de maio (Quarta-feira): 9h às 12h
- 25 de maio (Segunda-feira): 15h às 19h
- 27 de maio (Quarta-feira): 9h às 12h
Empresa investe na área educacional
A multinacional também destaca o investimento no desenvolvimento dos colaboradores, com oferta de treinamentos, capacitações e um plano de carreira estruturado. Há ainda oportunidades de crescimento por meio de processos seletivos internos, permitindo a atuação em diferentes unidades da Nauterra.
Gigante adquiriu nova fábrica em Itajaí
A fábrica de farinha de peixe Kenya, antigamente conduzida pela Patense, e alvo de críticas e denúncias dos moradores do bairro Cordeiros em Itajaí pelo mau cheiro que invadia as residências vizinhas, foi adquirida pelo grupo Nauterra, multinacional que administra grandes empresas, como a Gomes da Costa.
De acordo com a gigante do ramo alimentício, a negociação aconteceu dentro do processo de recuperação judicial do Grupo Patense e será paga, em parte, por meio da compensação de dívidas já existentes entre as duas partes.
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Por meio de nota, a nova dona da Indústria de Farinha de Peixe reforçou o compromisso em reduzir os impactos ambientais: “a iniciativa está alinhada à estratégia da companhia de fortalecer sua atuação em economia circular, por meio do processamento de resíduos para a produção de farinha e óleo de peixe, contribuindo para a valorização de subprodutos e a redução de impactos ambientais”, afirmou a companhia.







