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“Não vou congelar o preço dos combustíveis na canetada”, diz Bolsonaro

Presidente voltou a falar na possibilidade de desabastecimento devido à crise de fertilizantes e disse que isso é “pior que inflação”

09/10/2021 - 13h36

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Metrópoles
Por Metrópoles
Preço do combustível acompanha a alta da inflação, que é a maior desde 1994
Preço do combustível acompanha a alta da inflação, que é a maior desde 1994
(Foto: )

Em evento em Campinas (SP), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que não vai congelar preços de combustíveis “na canetada”. Os valores cobrados nas bombas dos postos pressionaram a inflação, que atingiu 1,16% em setembro, maior alta para o mês desde o Plano Real. Neste sábado (9/10), a gasolina terá novo aumento.

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A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumula altas de 6,9% no ano e de 10,25% nos últimos 12 meses. Sobre o reajuste geral de preços, o mandatário disse que “ninguém faz isso porque quer”.

— Reclamam no Brasil do aumento de preço de mantimentos, de combustível. Ninguém faz isso porque quer. Eu não tenho poder sobre a Petrobras. Eu não vou na canetada congelar o preço do combustível. Muitos querem. Nós já tivemos uma experiência de congelamento no passado — disse Bolsonaro, em discurso na 1ª Feira Brasileira do Nióbio, na sexta-feira (8).

Com informações do Metrópoles.

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