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    Santa Catarina irá participar do estudo com a vacina da Johnson & Johnson contra o coronavírus

    Secretário de Saúde André Motta Ribeiro confirmou informação em entrevista à Rádio Globo Joinville

    24/09/2020 - 18h52 - Atualizada em: 24/09/2020 - 19h09

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    Cláudia
    Por Cláudia Morriesen
    foto mostra pessoa passando teste para outra
    Testes serão realizados em voluntários de todo o mundo
    (Foto: )

    Santa Catarina irá participar dos testes da vacina contra o coronavírus da Johnson & Johnson. A confirmação da participação de catarinenses nos testes foi feita pelo secretário de Estado da Saúde de Santa Catarina André Motta Ribeiro, em entrevista à Rádio Globo Joinville, nesta quinta-feira (24). Em 23 de setembro, a Anvisa havia incluído Santa Catarina na lista de estados autorizados a participarem dos testes.

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    A indústria farmacêutica anunciou também na quarta-feira (23) que irá começar os testes de fase 3 da imunização contra a Covid-19, o que deverá acontecer com a participação de 60 mil voluntários em todo o mundo. 

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    — Santa Catarina tem participado de estudos de medicamentos e de vacinas. Não tenho ainda a data em que vai iniciar esse teste, talvez a equipe da Vigilância Epidemiológica até já a tenha, mas deve ser informado nos próximos dias. Já estamos participando de outros estudos para que possamos entender o que faz sentido na questão de imunização; e aguardando a chancela de qual delas, de fato, iremos utilizar ali na frente — informou o secretário.

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    Ele destacou que é necessário entender a necessidade de regramento do Governo Federal e cumprir o Plano Nacional de Imunização, sem realizar compras antecipadas de vacinas que ainda não tem 100% de comprovação da eficácia. Segundo o secretário, ainda não há uma definição se a compra das vacinas será feita pelo Ministério da Saúde e depois distribuída aos Estados ou se a compra será compartilhada. 

    — Temos que atuar de maneira uniforme. Às vezes, quando a gente se adianta para fazer aquisições ou promessas de compra e venda de vacinas que ainda não estao chanceladas ou com sua eficácia comprovada, pode-se ter algumas dificuldades. Temos que tomar cuidado para que a decisão de agora não cause prejuízo no futuro — analisou.

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