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    Plano para vacinação

    Ultrafreezers da UFSC são adequados para armazenar vacinas como a da Pfizer

    Secretaria de Saúde de Florianópolis fez visita técnica para avaliar equipamentos nesta terça (12)

    12/01/2021 - 10h15 - Atualizada em: 12/01/2021 - 13h29

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    Redação
    Por Redação Hora
    Visita a ultrafreezers UFSC
    Prefeito Gean Loureiro participou de visita nesta terça (12)
    (Foto: )

    Representantes da Secretaria de Saúde de Florianópolis fizeram uma visita presencial aos locais onde estão instalados os ultrafreezers da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Os equipamentos poderão ser cedidos para armazenar as vacinas contra a Covid-19 que necessitam de baixíssimas temperaturas. A visita ocorreu na manhã desta terça-feira (12). O prefeito da Capital, Gean Loureiro (DEM), também participou da visita técnica.

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    Segundo a prefeitura, a visita técnica analisou a logística dos espaços, acesso externo, geradores, capacidade dos freezers e segurança. A visita concluiu que, caso o município tenha acesso à vacina da Pfizer, haverá estrutura adequada no local para comportá-la. 

    Ainda conforme a prefeitura, a princípio, a vacina seria usada para vacinar públicos prioritários, conforme o calendário do Ministério da Saúde. Essa vacinação é necessária para grupos já específicos e definidos, pois após descongelada, a vacina só poderá ser utilizada em até 5 dias quando mantida em temperatura controlada entre 2 e 8 graus, frisou ainda a prefeitura.

    De acordo com a UFSC, a princípio, cinco ultrafreezers estarão disponíveis para possível armazenamento de vacina. São quatro equipamentos de 374 litros e um de 483 litros localizados no Lameb.

    Eles poderiam ser utilizados em caso de uso da vacina do projeto conjunto das farmacêuticas Pfizer (EUA) e BioNTech (Alemanha) - essas doses precisam ser mantidas a, pelo menos, -70 graus. Trata-se da primeira vacina de RNA produzida em larga escala no mundo, usando parte do material genético do vírus para estimular o corpo humano a desenvolver defesa contra o Sars-Cov-2.

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    No Brasil, duas vacinas já tiveram solicitação de uso emergencial feita à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), a AstraZeneca/Oxford, base do plano nacional de vacinação, e a Coronavac, produzida pela fabricante chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

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