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“SC representa muito na minha vida. É a minha segunda casa”, diz Bruninho, da Seleção Brasileira de vôlei

Peça fundamental no multicampeão time do Brasil fala da relação com SC em entrevista exclusiva, na véspera do embarque para o Japão

16/07/2021 - 09h20

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Chico
Por Chico Lins
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Bruninho, levantador da Seleção Brasileira masculina de vôlei
(Foto: )

Aos 35 anos, Bruno Rezende é um dos líderes da multicampeã Seleção Brasileira masculina de vôlei. Atual campeão olímpico e vencedor da Liga das Nações, o time brasileiro chega a Tóquio entre os favoritos ao ouro.

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Em bate-papo com a reportagem, o levantador fala da preparação para os Jogos Olímpicos, da expectativa para a quarta olimpíada e da profunda ligação que tem com Santa Catarina. 

– Cheguei ainda muito jovem, com 18 anos, e saí uma outra pessoa – relembra Bruninho, como é conhecido.

Confira detalhes do bate-papo a seguir:

Qual a importância de Santa Catarina na sua carreira? 

Santa Catarina representa muito na minha vida profissional, porque foi lá que comecei minha carreira na Unisul em 2003 e depois passei para a Cimed em 2005. Foram experiências muito importantes para o meu crescimento, amadurecimento e para me transformar no jogador que sou hoje. 

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Foram oito anos maravilhosos em Florianópolis, com cinco títulos de Superliga, um Campeonato Sul-Americano e tendo a oportunidade de trabalhar com grandes profissionais que me fizeram crescer e amadurecer. Cheguei ainda muito jovem, com 18 anos, e saí uma outra pessoa. Isso demonstra o quanto SC foi importante na minha vida. É a minha segunda casa.

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 O vôlei brasileiro nos acostumou mal. São quatro finais consecutivas, com duas pratas e dois ouros. Podemos esperar mais uma medalha? 

O Brasil chega nas Olimpíadas como um dos favoritos. São cinco ou seis equipes que estão nessa condição e a disputa é muito grande. O título da Liga das Nações nos deu mais responsabilidade, mas também reforça o nosso trabalho. A Seleção Brasileira sempre chega com possibilidades de pódio e temos que focar na preparação para chegar forte e trazer mais uma medalha para o Brasil. Estamos muito confiantes e motivados.

Qual a diferença do Bruninho que estreou numa Olimpíada em Pequim-2008, para o Bruninho que chega a Tóquio-2020?

A maturidade, sem dúvida. São 13 anos de uma Olimpíada para outra e durante esse tempo eu vivi histórias e experiências que me deram muita bagagem e tranquilidade para enfrentar os momentos difíceis, porque é certo que enfrentaremos momentos tensos e difíceis e temos que ser resilientes para enfrentá-los.

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