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SC tem apenas três regiões em risco gravíssimo para Covid-19; veja mapa

Pela primeira vez desde o começo do ano, há uma região em risco alto (cor amarela)

24/07/2021 - 11h14 - Atualizada em: 24/07/2021 - 13h33

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Bianca
Por Bianca Bertoli
Médio Vale do Itajaí é uma das três regiões em risco gravíssimo
Médio Vale do Itajaí é uma das três regiões em risco gravíssimo
(Foto: )

O mapa de risco para a Covid-19 elaborado pelo governo de Santa Catarina aponta uma melhora nos índices referentes à pandemia neste sábado (24). Apenas três regiões estão no nível gravíssimo. Porém, a situação ainda exige cuidados. Dos demais pontos, praticamente todos estão em risco grave. 

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O Meio Oeste é a única região classificada em risco alto (cor amarela) para a Covid-19. É a primeira vez desde o começo do ano que o amarelo surge no mapa de SC. Permanecem no gravíssimo (vermelho), o Médio Vale do Itajaí, a região litorânea do Vale e o Nordeste do Estado. Os outros 12 pontos estão no risco grave (laranja).

Na semana passada, eram sete regiões em risco gravíssimo. Para o secretário estadual de Saúde, André Motta Ribeiro, a melhora pode estar atrelada à vacinação.

> Por que Joinville ainda não saiu do “gravíssimo” na matriz de risco

— Temos avançado cada vez mais e conquistamos números expressivos na vacinação. Mas ainda temos três regiões em estado gravíssimo e doze em estado grave. Precisamos continuar atentos com os cuidados pessoais e os regramentos para vencemos essa batalha — pediu.

Mapa de risco de SC neste sábado (24)
Mapa de risco de SC neste sábado (24)
(Foto: )

O Meio Oeste, Alto Uruguai e o Extremo Sul apresentaram nota positiva na questão de capacidade de atenção, ou seja, ocupação de leitos de UTI. Desde a criação da matriz de risco, em julho de 2020, foi a primeira vez que três regiões foram classificadas desta maneira.

Também neste sábado uma reportagem exclusiva do Diário Catarinense mostra que Santa Catarina é o 5º estado que mais aplicou a segunda dose ou a vacina de dose única no país. Até esta sexta-feira (23), mais de 1,2 milhões já completaram o ciclo vacinal no Estado. Entretanto, seis meses depois da aplicação da primeira dose, a imunização completa da população ainda está longe de ser finalizada e pode entrar em descompasso do calendário anunciado pelo Estado.

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