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QUASE 100% DE OCUPAÇÃO

SC tem apenas um leito de UTI pediátrico disponível

De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, seis das sete regiões estão com 100% dos leitos ocupados

28/04/2022 - 18h29 - Atualizada em: 28/04/2022 - 20h14

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Luana
Por Luana Amorim
Atualmente, taxa de ocupação geral é de 98,96%
Atualmente, taxa de ocupação geral é de 98,96%
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Santa Catarina tem apenas um leito de UTI pediátrico disponível. É o que aponta a última atualização do Painel de Leitos, da Secretaria de Estado da Saúde (SES), desta quinta-feira (28). A atual taxa de ocupação é de 98,96%. 

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Segundo o painel, dos 96 leitos ativos para atender crianças no Estado, 95 estão ocupados. A única unidade de UTI disponível está no Hospital Pequeno Anjo, em Itajaí, no Litoral Norte. 

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Já as demais regiões seguem com 100% de lotação. O painel diz, ainda, que dos ocupados, quatro estão com pacientes em tratamento da Covid-19. Já as patologias das outras internações não foram divulgadas. 

Mapa mostra ocupação de leitos de UTIs pediátricos em SC
Mapa mostra ocupação de leitos de UTIs pediátricos em SC
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Em relação as UTIs Neonatal, a taxa de ocupação é de 93,75%. Dos 208 leitos ativos, 195 estão ocupados. 

Ao todo, três regiões estão com 100% de ocupação: Meio Oeste e Serra, Vale do Itajaí e Foz do Rio Itajaí. Já a menor taxa está no Sul, com 89,29%. Não há bebês internados em Santa Catarina devido à Covid-19. 

SC tem crescimento de síndrome respiratória, aponta Fiocruz 

O último Boletim InfoGripe, divulgado pela Fiocruz nesta quarta-feira (27), aponta que Santa Catarina apresenta sinais de crescimento a longo prazo dos casos de Síndrome Respiratório Aguda Grave (SRAG) em crianças. O estudo tem como base os dados inseridos o Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até 25 de abril. 

De acordo com a Fiocruz, o cenário de crescimento deve ser restrito à população infantil de zero a 11 anos. 

Além do Estado, outras nove unidades federativas também apresentam sinais de crescimento: Acre, Alagoas, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Rondônia, Roraima e Rio Grande do Sul. Já as demias apresentam queda ou estabilidade na tendência a longo prazo.

Entre as Capitais, Florianópolis também apresenta cenário de crescimento ao longo prazo. A mesma situação ocorre em Belém, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Maceió, Porto Alegre, Porto Velho, Rio Branco e São Luís. 

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