Alvo de investigação em SC confronta STF e participa de live com ameaças à democracia

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Investigado repetiu ameaças à democracia em live (Foto: Reprodução)

Um dos investigados em inquérito aberto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por incitação a atos antidemocráticos, o catarinense Marcos Antônio Pereira Gomes, conhecido como Zé Trovão, driblou ordem judicial e participou de uma ‘live’ nas redes sociais, em que voltou a fazer ameaças às instituições. A transmissão ocorreu no último domingo (29) e foi conduzida pelo blogueiro Oswaldo Eustáquio, que já foi investigado em outro inquérito do STF por atos antidemocráticos.

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Zé Trovão participou da live ao lado de seu advogado, o paranaense Levi de Andrade. Ele citou ameaças, durante manifestações no dia 7 de setembro, para obrigar o Senado a destituir ministros do Supremo – e disse que vai participar dos atos pelo país, mas não confirmou onde estará. Assim como outros investigados, o catarinense está proibido de chegar a menos de um quilômetro da Praça dos Três Poderes.

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Investigado a pedido da Procuradoria Geral da República (PGR), o catarinense foi alvo de mandados de busca e apreensão no dia 20 de agosto. No despacho, assinado pelo ministro Alexandre de Moraes, também foram oficiadas as empresas responsáveis por redes sociais como Facebook, Instagram, Twitter e Youtube, para que bloqueassem imediatamente o acesso de Zé Trovão e dos demais investigados aos seus perfis.

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Wellington Macedo, outro investigado no mesmo inquérito – e alvo das mesmas restrições – também participou da live. O advogado Levi de Andrade disse, durante a transmissão, que não foram descumpridas ordens judiciais.

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– Não consta a restrição de dar entrevista a jornalistas. Aqui não é uma rede social, é um programa jornalístico – argumentou.

A coluna tentou contato com o advogado na manhã desta terça-feira, por telefone, em seu escritório em Curitiba (PR), mas ele não foi localizado.

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