Desigualdade salarial é tema de evento do Instituto Capitalismo Consciente em SC

Em SC, a desigualdade salarial é maior do que a média nacional

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Foto: C-Pack, Reprodução site

Santa Catarina é o Estado escolhido pelo Instituto Capitalismo Consciente para debater “Desigualdade salarial” dentro do III fórum brasileiro do movimento, com foco nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. O evento, na próxima quinta-feira (27), no auditório do SC Square da SC-401, em Florianópolis, é aberto a interessados.

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O movimento Capitalismo Consciente nasceu nos Estados Unidos em 2010 para incentivar práticas mais humanizadas por parte de empresas com todos os seus públicos. Em Santa Catarina, o movimento chegou há dois anos e tem à frente o executivo Alex Marson, CEO do grupo industrial multinacional de autopeças Christal (ex-Rudoph Usinados), de Timbó.

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– O movimento Capitalismo Consciente em Santa Catarina nasceu do desejo da perspectiva regional de dar atenção maior ao setor industrial, que movimenta muito a economia do Estado, mas que, tradicionalmente, talvez seja um dos que ficariam mais à margem de um movimento assim. A maior parte dos associados é composta por empresas de consumo – destaca Alex Marson.  

Além da Christal, também são associadas ao Instituto Capitalismo Consciente do país as empresas catarinenses Irani Papel e Embalagens, a cooperativa Viacred, a indústria de embalagens flexíveis C-Pack, a Rumo Certo e a Elos Previdência Complementar.

Instituto Capitalismo Consciente vai debater desigualdade salarial em SC

– Aqui, a gente veio com o propósito de inspirar capitalismo consciente para as organizações catarinenses. Nosso trabalho tem sido bastante apoiado pela Academia Fiesc de Negócios, que trabalha pela reinvenção da indústria catarinense – afirma o executivo.

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A desigualdade salarial de gênero, raça e outras razões é um dos principais problemas de perda de renda e de oportunidades para trabalhadores e empreendedores no país.

Segundo o último levantamento do IBGE, os salários médios das mulheres, no Brasil, de R$ 2.416, são 22% inferiores ao vencimento médio dos homens, de R$ 3.099. Em SC, a diferença salarial de gênero é maior. O salário médio das mulheres, R$ 2.661 é 24,4% inferior ao dos homens, R$ 3.522.

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Entre as autoridades presentes no fórum em Santa Catarina estará a CEO do Instituto Capitalismo Consciente Brasil, Daniela Garcia. inscrições devem ser feitas no site do evento, no portal do instituto.

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