Instituto fundado por ex-BC doa livros paradidáticos a escolas públicas do estado

O Instituto Fefig, fundado pelo ex-diretor do Banco Central, Luiz Fernando Figueiredo, está doando mais de 4 mil livros paradidáticos para melhorar o aprendizado de alunos de escolas públicas catarinenses

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O presidente do Instituto Fefig e ex-diretor do Banco Central do Brasil, Luiz Fernando Figueiredo, numa das entregas de livros do projeto 'Culturando a Alfabetização (Foto: Divulgação)

Escolas de doze municípios de Santa Catarina estão recebendo 4,2 mil livros paradidáticos doados pelo Instituto Fefig, ONG que atua no Brasil com o objetivo de educar as crianças na idade certa. Essas obras visam complementar o aprendizado de crianças de 06 a 11 anos. As prefeituras que receberão os livros são as de Alfredo Wagner, Anitápolis, Antônio Carlos, Biguaçu, Garopaba, Nova Trento, Palhoça, Paulo Lopes, Rancho Queimado, Tijucas, São João Batista e São Pedro de Alcântara.

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O Instituto Fefig foi fundado em 2018 por Luiz Fernando Figueiredo, ex-diretor de Política Monetária do Banco Central e hoje sócio da Jive Investimentos, para homenagem o filho Luiz Felipe Figueiredo que faleceu aos 23 anos após luta contra um câncer. O jovem foi muito dedicado à qualidade da educação, por isso a homenagem do pai com uma ONG nacional nessa área.

– Estes livros foram o resultado de uma curadoria muito grande, com o objetivo de trazer os livros que realmente vão ajudar no processo de alfabetização de todas as crianças do nosso programa ‘Culturando a Alfabetização – explica Luiz Fernando Figueiredo, presidente do Fefig.

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No Brasil, esse programa vai contemplar 125 escolas em diversos estados. Além de SC, vão receber o Rio Grande do Norte, Tocantins, Bahia e Piauí. Ao todo, serão impactadas  1.209 turmas somando 25 mil estudantes do Ensino Fundamental I.

– Cada turma receberá um mini acervo literário com 15 livros cuidadosamente selecionados, com foco na valorização da literatura e dos autores brasileiros, trazendo histórias envolventes, coloridas e culturalmente ricas. A ideia é garantir o contato diário e constante das crianças com obras de qualidade, despertando o prazer pela leitura desde os primeiros anos escolares – explica Bartholomeu Silva, superintendente executivo do Instituto Fefig, que tem sede em São Paulo.

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