Celesc adquire projeto de multinacional para construir usina

Projeto diferenciado terá usina em cascata de outra PCH

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O diretor da Celesc Elói Hoffelder (E), o presidente da empresa Tarcísio Rosa, o presidente da Startkraft Thiago Tomazzoli e o CFO Leoze Lobo assinaram o contrato (Foto: Heda Wenzel)

A Celesc assinou nesta segunda-feira (01) o contrato de aquisição do Projeto da PCH Canoas, da multinacional norueguesa Stratkraft, para a construção de Pequena Central Hidrelétrica (PCH) na divisa dos municípios de Curitibanos e São José do Cerrito. O investimento será de R$ 300 milhões, o maior da empresa de SC até agora em geração de energia.

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Essa nova usina tem um diferencial: será construída em cascata com a PCH Pery, operada pela Celesc. De acordo com a empresa, será possível fazer um trabalho coordenado entre os ativos, reduzir custos de manutenção e fortalecer a segurança. A nova usina vai gerar 30 MW. As obras de construção serão no período de 2028 a 2030.

O contrato foi assinado pelo presidente da Celesc, Tarcísio Rosa, o diretor de Geração, Transmissão e Novos Negócios Elói Hoffelder, mais o presidente da Stratkraft Brasil, Thiago Tomazzoli e o diretor financeiro da companhia, Leoze Lobo, em reunião na sede da empresa de SC.

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– Esta é uma aquisição estratégica para a companhia e está alinhada ao nosso Plano Diretor e à política de desenvolvimento da matriz energética com fontes renováveis,  afirma Tarcísio Rosa, presidente da Celesc.

– É um projeto muito importante para a Celesc Geração porque fortalece o Plano de Investimentos para Expansão do Parque Gerador da Companhia, por meio de energia limpa e renovável, além de viabilizar novas receitas para o grupo – destaca o diretor de Geração, Transmissão e Novos Negócios, Elói Hoffelder.

Esse projeto já conta com a Licença Ambiental Prévia (LAP) concedida pelo Instituto do Meio Ambiente de SC (IMA) e o Documento de Registro e Seleção (DRS-PCH) fornecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Falta consolidar o projeto e fazer outros estudos para obter a Licença Ambiental de Instalação (LAI).

Thiago Tomazzoli, da Statkraft, afirmou que a companhia seguirá investindo no Brasil, priorizando projetos que contribuem para a transição energética. A sede da companhia norueguesa no país fica em Florianópolis.

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