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Com variante Delta em SC, não é hora de baixar a guarda

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Por Dagmara Spautz
09/08/2021 - 07h46
Uso de máscaras deve ser reforçado diante da chegada da nova variante
Uso de máscaras deve ser reforçado diante da chegada da nova variante (Foto: Diorgenes Pandini, Arquivo NSC)

A confirmação de dois casos autóctones de Covid-19 causados pela variante Delta do novo coronavírus em SC acende o alerta para a necessidade de avaliar as estratégias de enfrentamento à pandemia. Um dos principais pontos de atenção é a falsa sensação de segurança, que leva pessoas a abandonarem os cuidados básicos e a facilitarem a transmissão do vírus.

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As pessoas mais vulneráveis, ou seja, aquelas que têm alguma comorbidade ou que são mais idosas, já estão com as duas doses da vacina ou muito perto disso - o que ajuda, e muito, a conter as internações. Mas estamos falando de uma variante que, em todo o mundo, tem causado estrago pela eficiência que tem para se espalhar. Se temos em circulação um vírus mais potente em se replicar, e estamos dando condições para que ele faça isso, teremos problemas.

A ciência ainda tem muitas perguntas sem resposta sobre a variante Delta. A principal delas é se a mutação causa ou não quadros mais graves. O que se observa é que em países como os Estados Unidos, por exemplo, onde a Delta é a variante de prevalência, aumentaram nas últimas semanas as internações de pessoas mais jovens, entre 20 e 30 anos.

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Uma das hipóteses levantadas para explicar essa situação é, junto com a recusa de uma parte da população em receber a vacina, justamente o fato de as pessoas terem abandonado os cuidados mais básicos, como o uso de máscaras e o distanciamento social. Por isso, este é um ponto de atenção. É fundamental evitar que as pessoas, cansadas após um ano e meio de pandemia, abram mão de protegerem a si e aos outros. Isso passa por uma comunicação eficiente e sincera por parte dos órgãos públicos, que não mascare os riscos.

Outro ponto de atenção é a imunização completa. Os mais de 140 mil catarinenses que não retornaram para a segunda dose da vacina preocupam a Secretaria de Estado da Saúde. A chegada da variante Delta impõe reforço da busca ativa nos municípios e aumento da cobertura vacinal.

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