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Solução para filas em Bombinhas custará R$ 90 milhões, dobro do valor original

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Por Dagmara Spautz
27/11/2021 - 09h07 - Atualizada em: 27/11/2021 - 09h08
Fila para entrar em Bombinhas no início da manhã deste sábado
Fila para entrar em Bombinhas no início da manhã deste sábado (Foto: Adriana Lamim, Arquivo Pessoal)

O fim de semana começou com sol e filas para entrar em Bombinhas – um roteiro que deve se estender durante todo o verão, com agravamentos pontuais durante a alta temporada como o que se viu no feriadão de Proclamação da República, quando turistas levaram mais de sete horas para sair da cidade.

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O prefeito de Bombinhas, Paulo Dallago Müller, tem uma reunião nesta segunda-feira (29) com o Procurador-Geral do Estado, Alisson de Bom de Souza, para discutir a viabilidade jurídica das obras do segundo acesso. Necessária para reduzir as filas, a empreitada está judicializada desde 2010 por falta de alternativas com menor impacto ao meio ambiente, que deveriam ter sido apresentadas pelo governo.

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A ideia é que o Estado atualize o projeto, que custava, originalmente, R$ 46 milhões. De acordo com o prefeito, as alterações e as desapropriações que hoje estão previstas – e que não eram necessárias inicialmente – fará com que a obra custe praticamente o dobro, R$ 90 milhões. A estimativa é que a empreitada leve três anos para ser concluída.

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O Estado tem dinheiro em caixa, então as verbas não seriam o principal problema. O entrave está na viabilidade ambiental do projeto. A proposta original, licenciada pelo Instituto do Meio Ambiente (IMA), foi considerada de alto risco ambiental pelo Ibama e pelo Ministério Público Federal (MPF).

O desafio, para o Estado, será apresentar uma alternativa viável do ponto de vista viário, financeiro e ambiental – e o fato da estrada levar à única cidade de Santa Catarina que cobra pela preservação do meio ambiente, por meio da TPA, torna essa discussão central.

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