O Brasil segue muito atrás do que deveria no ranking global de produtividade do trabalho, calculado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).  

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O Brasil continua muito atrás no ranking que indica a produtividade do trabalho calculada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) considerando 184 países. Na última listagem que acaba de ser divulgada, o Brasil ficou em 94º lugar, com US$ 21,2 por hora. Ficou longe dos EUA, que alcançaram US$ 81,8, e do Japão, com US$ 52,7, considerando países desenvolvidos.

Mas a média do Brasil ficou menor, também, do que as de seus pares na América Latina. Nesse grupo estão Uruguai (US$ 38,00), Argentina (US$ 33,8), Chile (US$ 34,4) e até Cuba (US$ 22,6).

O ranking é destacado pela Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), que acompanha esse indicador com atenção. O cálculo da produtividade consiste em pegar o valor total do Produto Interno Bruto (PIB) do país em dólar e dividir pelas horas trabalhadas pelos trabalhadores do país.

Outro dado da OIT que chamou a atenção é que os brasileiros trabalham em média 38,9 horas por semana. Essa jornada é inferior às de 97 países e territórios integrantes do ranking.

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Nesse cálculo, no caso do Brasil, entram trabalhadores das empresas privadas e públicas com empregos formais e, também, os trabalhadores na informalidade. A OIT usa dados do IBGE.

A baixa produtividade segue um dilema no Brasil, sempre longe da média dos países desenvolvidos. Para elevar a produtividade, o país precisa melhorar a qualificação dos seus trabalhadores. Além disso, precisa usar mais tecnologias avançadas em equipamentos para produção.

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