nsc
nsc

Tecnologia

Multinacional de TI escolhe Blumenau para ser centro da expansão no Brasil

Compartilhe

Pedro
Por Pedro Machado
04/02/2022 - 13h14 - Atualizada em: 04/02/2022 - 13h57
A Mindera atua com desenvolvimento sob medida de softwares e aplicativos
A Mindera atua com desenvolvimento sob medida de softwares e aplicativos (Foto: Reprodução, Facebook, Mindera)

Sem muito alarde, uma multinacional do setor de tecnologia da informação está estruturando uma operação em Blumenau que vai centralizar a expansão dos negócios no Brasil. A portuguesa Mindera, que atua com desenvolvimento sob medida de softwares e aplicativos para dispositivos móveis, montou um escritório no Ibiza Trade Center em outubro.

> Receba notícias de Blumenau e do Vale pelo WhatsApp

É a primeira estrutura física no país da companhia, que tem três unidades em Portugal (Porto, Coimbra e Aveira) e uma nos Estados Unidos (San Diego), Reino Unido (Leicester), Índia (Bengaluru) e Romênia (Cluj-Napoca). Ao todo, são mais de 800 funcionários.

Quem lidera a operação local é o executivo Fabio Jascone, que acumula 25 anos de experiência na área de TI. Jascone começou em 1996, aos 16 anos, como estagiário no centro de processamento de dados da Cremer e depois passou por empresas como Philips, Senior Sistemas e Softplan. À coluna, ele contou que foi sondado por executivos da Mindera, que já planejavam expandir negócios para cá.

— Eles entendem que o Brasil tem grande potencial tecnológico e mão de obra — diz o executivo.

Como é de Blumenau, Jascone enalteceu, nas tratativas, os pontos positivos da cidade. Lembrou que outras multinacionais, como a própria Philips, a T-Systems e a Ambev, mantêm centros de tecnologia aqui. Isso pesou a favor e tem se mostrado um relevante cartão de visitas para o polo tecnológico local.

Por enquanto a unidade blumenauense da Mindera ainda é pequena: há 18 funcionários já contratados, que prestam serviços para clientes de outros países. Até o fim deste ano, porém, a ideia é ter pelo menos 100 pessoas vinculadas ao escritório, projeta Jascone. No site da empresa há uma descrição das vagas que estão abertas.

Mesmo com os planos, o objetivo não é ter uma estrutura física muito grande. A maior parte dos funcionários deve trabalhar à distância, reportando-se à operação local. Quando tudo estiver mais robusto, a companhia quer acelerar a prospecção de novos negócios dentro do próprio Brasil a partir do segundo semestre, diz o executivo.

Receba notícias e análises do colunista Pedro Machado sobre economia, negócios e o cotidiano de Blumenau e região pelo WhatsApp ou Telegram

Leia também

Catarinense Buddemeyer mira meio bilhão de faturamento em 2022

Prazo da consulta pública do novo complexo prisional de Blumenau é prorrogado após dúvidas​

Reforma do Museu da Cerveja de Blumenau enfim é liberada, mas vai ficar mais cara​​

Quais empresas de Blumenau vão testar funcionários contra Covid em ambulatórios próprios

Dono da Villa Germania em Indaial compra a maior produtora de codornas do Brasil

Futura concessão da rodoviária de Blumenau avança com entrega de estudo de viabilidade

Catarinense Senior Sistemas prepara entrada na Bolsa de Valores​​​​

Mudança em lei pode dar fim à novela do Edifício América em Blumenau, diz advogado​​​​

Empresa de Blumenau é vendida por R$ 85 milhões a multinacional bilionária do Canadá​​​​​​

Marca Sulfabril é vendida e deve voltar ao mercado em 2022​​​​​​​​​

Antiga fábrica de centenária empresa de SC é comprada por R$ 37,5 milhões em leilão

Pedro Machado

Colunista

Pedro Machado

Um olhar especializado na economia e nos negócios dos setores pulsantes de Blumenau e região.

siga Pedro Machado

Pedro Machado

Colunista

Pedro Machado

Um olhar especializado na economia e nos negócios dos setores pulsantes de Blumenau e região.

siga Pedro Machado

Mais colunistas

    Mais colunistas