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    "Perdemos todos", diz presidente da Acib após votação do impeachment de Moisés

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    Por Pedro Machado
    24/10/2020 - 12h45 - Atualizada em: 24/10/2020 - 12h49
    Tribunal de Julgamento
    Sessão que resultou no afastamento de Moisés começou na sexta e avançou até a madrugada deste sábado (Foto: Diorgenes Pandini)

    A repercussão da decisão do Tribunal de Julgamento de acolher a denúncia por crime de responsabilidade de Carlos Moisés (PSL) na questão que envolve o reajuste salarial de procuradores do Estado, resultado que alçou a vice Daniela Reinehr (sem partido) ao comando de Santa Catarina, não se limita ao ambiente político. Entidades e lideranças empresariais aos poucos vêm se manifestando sobre a situação.

    > Veja como foi a votação do impeachment de Moisés

    Independentemente do mérito jurídico da questão, já havia certo consenso, antes mesmo da abertura do processo, de que um impeachment deixaria o mercado apreensivo. Essa tensão aumentou depois da longa sessão que começou na manhã de sexta-feira (23) e avançou até a madrugada deste sábado (24).

    > Conheça Daniela Reinehr, a primeira mulher a governar SC

    O resultado não surpreendeu o presidente da Associação Empresarial de Blumenau (Acib), Avelino Lombardi. Apesar de entender que as responsabilidades têm de ser apuradas e, em caso de irregularidades, os envolvidos devem ser punidos, ele lamenta a situação de “desgoverno” que existe no Estado.

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    — Perdemos todos. A falta de sintonia entre governo do Estado, município e o Legislativo é de indignar qualquer um — avalia.

    — Tomara que nós, eleitores catarinenses, aprendamos a escolher melhor nossos representantes, exigir mais transparência e que as definições de nossos candidatos a governantes não fique só na mão dos partidos — acrescenta.

    Da Facisc, a Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina, que abrange a Acib, veio um posicionamento ainda mais contundente. Em nota oficial, o presidente Jonny Zulauf disse que o impeachment é “fruto de um complô político comparado aos motins da literatuva naval”. A Fiesc (indústrias) e Fetrancesc (transporte de cargas e logística) também se já se posicionaram.

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