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    Municípios são contra volta às aulas presenciais em SC em 2020

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    Por Renato Igor
    07/10/2020 - 11h44 - Atualizada em: 07/10/2020 - 13h43
    Retorno das aulas na rede estadual será de forma gradativa, começando apenas com atividades de reforço
    Retorno das aulas na rede estadual será de forma gradativa, começando apenas com atividades de reforço (Foto: Tiago Ghizoni, Diário Catarinense, Arquivo)

    A Federação dos Municípios de Santa Catarina (Fecam) é contra a volta às aulas presenciais em Santa Catarina. Para a Fecam, o ideal é manter o ensino remoto até o final de 2020 "para que se possa planejar o retorno com a responsabilidade e o cuidado necessário para os mais de 750 mil estudantes das redes municipais de ensino". 

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    As secretarias de educação e saúde publicaramm portaria na noite desta terça-feira (6) com as normas para o retorno gradual a partir do próximo dia 19 de outubro nas regiões de risco moderado ou alto para o coronavírus – em azul e em amarelo no mapa de risco do estado, respectivamente.

    A Fecam agendou uma audiência com o Ministério Público de SC e entidades para esta quinta-feira (8), às 12h30, para tratar do assunto. Em nota, a Fecam que diz que "entende ser necessário o diálogo entre as entidades ligadas à educação devido à complexidade de preparar o novo cenário de retorno de alunos, de professores, da organização de estrutura e de formato de avaliações e aproveitamento de conteúdo".

    Segundo a consultora em educação da entidade, Gilmara da Silva, a maior preocupação é com a qualidade do processo pedagógico. 

    Ouça a entrevista de Gilmara da Silva ao Estúdio CBN Diário:

    > SC libera volta às aulas presenciais em escolas públicas e privadas; veja data e regras

    "A Federação considera que o retorno gradual, para quem comprovou dificuldade em poucos dias letivos disponíveis para encerrar o ano letivo, não representa, significativo ganho para redução das lacunas de aprendizagem ou para a superação das dificuldades apresentadas. Em função disso, a Fecam sugere que se mantenha a modelagem de oferta não presencial até o final de 2020 para que se possa planejar o retorno com a responsabilidade e o cuidado necessário para os mais de 750 mil estudantes das redes municipais de ensino".

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