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    Retirada de assinaturas do impeachment repercute na Alesc

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    Por Renato Igor
    13/08/2020 - 06h54
    Deputada Paulinha fala sobre retirada das assinaturas do pedido de impeachment
    Deputada Paulinha fala sobre retirada das assinaturas do pedido de impeachment (Foto: Solon Soares / Agência AL)

    A informação trazida pela coluna nesta quarta-feira (12) de que dois empresários do setor de fretamento turístico fizeram questão de enfatizar que não apoiam o pedido de impeachment do governador Carlos Moisés, e sua vice, Daniela Reinehr, repercutiu na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc). A líder do governo no parlamento estadual, deputada Paulinha, comentou a notícia em manifestação no plenário.

    >Empresários pedem retirada de seus nomes do pedido de impeachment de Moisés e Daniela

    “Não conheço os méritos (dessa peça de impeachment), mas me chama atenção esse episódio. Como é que um grupo de pessoas põe o nome de dois cidadãos catarinenses na subscrição de uma peça que eles nem sabiam? A ansiedade de buscar atos condenatórios contra o governo sem merecimento tem tomado de alguns, atitudes absolutamente precipitadas, discordantes da responsabilidade que precisamos ter neste momento”, declarou a parlamentar.

    >Os bastidores da retirada das assinaturas do pedido de Impeachment de Moisés e Daniela

    O advogado Leonardo Borchardt tem uma procuração dos empresários José Marciel Neis, presidente da Associação das Empresas de Transporte Turístico e Fretamento (Aettusc) e Nilton Silva Pacheco, presidente do Sindicato das Empresas de Transporte Turístico e Fretamento Eventual (Sinfrettusc). Ele assinou em nome dos dois o pedido de impeachment. São 16 assinaturas no pedido apresentado na última segunda-feira (10) na Alesc. A confusão se deu porque os empresários do setor de transportes alegam que a procuração era para que o advogado os representasse nas áreas administrativa e judicial, em defesa do setor, contra o governador Carlos Moisés.

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    “Eu nunca assinei pedido de impeachment. Queremos defender o nosso setor, mas não falamos em impeachment”, explicou Nilton Pacheco.

    Borchardt disse que deve ter havido um erro de interpretação e que irá retificar o documento na Alesc.

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