A prefeitura de Joinville começou a devolver ao Ministério da Saúde parte do lote de hidroxicloroquina recebida em setembro do ano passado. A cidade recebeu 160 mil comprimidos e foram utilizados 1,26 mil, equivalente a menos de 1% do total. A devolução foi noticiada pelo jornal “O Estado de S.Paulo” nesta segunda-feira e confirmada pelo município. A situação se repete em outros locais do País, conforme a reportagem.

Continua depois da publicidade

> Agravamento da pandemia leva Joinville a iniciar novas ações; força-tarefa está na lista

> Joinville teve 11 estabelecimentos interditados no fim de semana de lockdown

> Municípios da região de Joinville se manifestam contra ampliação do lockdown

> Quer receber notícias de Joinville e Norte de SC por WhatsApp? Clique aqui

Continua depois da publicidade

Joinville foi o município que recebeu o maior repasse no lote doado pelo governo do Estados Unidos ao Ministério da Saúde. Um dos motivos foi a possibilidade de a cidade fazer o fracionamento. Parte do lote começou a ser devolvido porque há proximidade com o fim do prazo de validade. Com a devolução, a cloroquina pode ser utilizada em outro local. O lote inteiro não é devolvido de uma vez porque há prazos de validade diferentes. 

Não houve prescrição em massa em Joinville do medicamento, alvo de questionamentos sobre a eficácia no tratamento de Covid-19. Em setembro do ano passado, a Secretaria de Saúde de Joinville instalou o centro de tratamento precoce, para a distribuição da cloroquina e outros medicamentos. Seria uma forma de aproximar quem queria receber de quem estivesse fazendo a prescrição. Mas não houve grande saída.

Destaques do NSC Total