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FARSA NA CAPITAL

Adolescente é apreendida em Florianópolis ao se passar por médica no Hospital Celso Ramos

Suspeita usava crachá falso e um jaleco com o próprio nome bordado

31/05/2021 - 19h17 - Atualizada em: 01/06/2021 - 17h13

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Clarissa
Por Clarissa Battistella
Jovem foi descobera por funcionários e denunciada à polícia
Jovem foi descobera por funcionários e denunciada à polícia
(Foto: )

Uma adolescente foi apreendida ao tentar se passar por médica residente no Hospital Governador Celso Ramos, em Florianópolis, na tarde desta segunda-feira (31). A jovem usava um crachá falso da Secretaria de Estado de Saúde (SES) e um jaleco com o próprio nome bordado. As informações são da Polícia Militar.

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Segundo o comandante do 4º Batalhão de Polícia Militar em SC, tenente-coronel Dhiogo Cidral de Lima, uma guarnição foi até o hospital e encontrou a jovem, de 17 anos, uniformizada como profissional da saúde. Ela foi abordada e teve seus documentos de identificação, além de documentos que portava, como um receituário e materiais de outra médica do hospital, apreendidos.

Após ser detida, a PM entrou em contato com uma irmã da jovem, que apresentou-se como responsável. A familiar teria relatado aos policiais que a adolescente sofre problemas psiquiátricos e que já havia tentado se passar por uma modelo, em 2020. 

Procurada pela reportagem, a Secretaria de Estado da Saúde, responsável pela administração do Celso Ramos, informou que foi a própria direção do hospital quem acionou a polícia após perceber a farsa, nesta segunda. Por meio de nota, a pasta também disse que a "questão segue agora sob investigação das autoridades competentes". 

Segundo informações, a jovem se identificou como estudante aos demais residentes da unidade hospitalar e disse que chegou a Florianópolis através de uma transferência de São Paulo. Ela também teria dito, para outros funcionários, que era aluna de instituições de graduação em Santa Catarina.

A reportagem não conseguiu confirmar se a jovem é a mesma pessoa identificada no crachá, ou se apenas usava um nome falso. Após registro de ocorrência por atos infracionais de falsidade ideológica e exercício ilegal da medicina, a adolescente foi entregue a uma familiar e liberada. 

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