No dia 28 de julho, o caso de Alberto Pereira de Araújo, o jovem de 29 anos encontrado esquartejado dentro de uma mala na Praia do Santinho, em Florianópolis, completa sete meses sem desfecho. De acordo com a Delegacia de Homicídios da Capital, responsável pela investigação, o inquérito ainda está em andamento, com diligências ainda sendo executadas para esclarecer o crime.
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Dessa forma, o inquérito, segundo o delegado Alex Bonfim, deve ser concluído em breve. Por enquanto, não há informações sobre possíveis indiciados ou sobre quantas pessoas são investigadas.
Veja fotos da praia onde o corpo foi encontrado
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Jovem foi identificado três meses depois de ser encontrado
O jovem era natural de Laranjal Paulista, cidade do interior de São Paulo, assim como toda a família. Como não havia contato próximo entre os familiares e Alberto há algum tempo, o desaparecimento de Alberto não havia sido registrado pela família, também natural da mesma cidade.
Depois de ser encontrado em uma mala perto de um costão na Praia do Santinho, iniciou-se uma busca pela identificação do homem. No início, como o o corpo foi localizado em avançado estado de decomposição, a coleta de elementos básicos de identificação foi bastante dificultada.
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O que se imaginava era que se tratava de um homem com idade estimada entre 21 e 23 anos e de estatura entre 1,60 e 1,80. Ele também tinha tatuagens como uma flor de lótus no abdômen; mãos em oração segurando um terço e escrito “família” logo abaixo, na parte lateral esquerda do abdômen; e letras em cada dedo da mão esquerda.
Foi a partir de uma denúncia em que policiais conseguiram informações e uma foto de Alberto com moradores antigos da pousada onde ele morava que a identificação pôde ser feita.
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Jovem morava na mesma pousada que corretora gaúcha
A pousada também era a casa onde a corretora gaúcha Luciani Aparecida Estivalet Freitas morava, morta em um caso que ganhou repercussão nacional devido à brutalidade. Segundo o delegado, Alberto e um dos acusados de participar da morte de Luciani, Matheus Vinicius Silveira Leite, de 27 anos, dividiram o mesmo apartamento por poucos meses em 2025, até pouco antes do jovem ser encontrado morto em uma mala.
Em depoimento à Polícia Civil, no entanto, Matheus negou envolvimento com o crime da mala. Ele afirmou que conhecia Alberto “apenas de vista”. Matheus estava foragido desde 2022 por ser suspeito de matar a tiros o dono de uma padaria em Laranjal Paulista. O homem tinha 65 anos e foi baleado na cabeça enquanto abria o estabelecimento.
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