O inquérito da morte de Leandro Barcellos Freda, irmão do jogador Taison, do Internacional, em Florianópolis, foi concluído nesta quinta-feira (3) após quase nove meses de investigação. Segundo a delegada responsável pelo caso, Carolina Surita, não foi possível “atestar com precisão” a causa da morte. Ninguém foi indiciado.

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Leandro Barcellos Freda, de 39 anos, morreu em fevereiro deste ano após, segundo a polícia, ter invadido apartamentos de um condomínio em Canasvieiras, no Norte da Ilha de Santa Catarina. Conforme o inquérito, ele teria “escalado” o portão de acesso principal e se dirigido diretamente a um dos apartamentos.

Na época, ele foi contido por moradores até a chegada da Polícia Militar. No entanto, quando a guarnição chegou ao local, Barcellos já estava morto. 

Conforme o que informou a delegada, “houve inviabilidade de indiciamento dos moradores que contiveram o homem” e por isso foi descartado, segundo Surita, a possibilidade de um homicídio.

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Conforme a Polícia Civil, não há indicativo de excesso de força que poderia ter causado a morte do irmão de Taison.  

O inquérito estava previsto para ser finalizado no fim de julho, mas as dificuldades de conclusão da causa da morte feita pela Polícia Científica, segundo a delegada responsável pelo caso, Carolina Surita, causaram o adiamento do término da investigação. 

O inquérito concluído foi enviado ao Poder Judiciário para análise.

Relembre o caso

Leandro Barcellos Freda morreu em Florianópolis no dia 20 de fevereiro deste ano após invadir apartamentos em Canasvieiras, segundo a Polícia Militar. Conforme o que afirmou a ocorrência na época, o irmão de Taison estava alterado e apresentou resistência aos moradores que tentaram conter a situação.

Os moradores do prédio teriam imobilizado Leandro e quando a guarnição chegou, ele já estava morto. Barcellos estava morando na Ilha de SC há menos de um ano e, segundo um amigo da vítima que conversou com o NSC Total na época, ele estava “muito feliz”.

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Fã do irmão, a vítima trabalhava como freelancer na Capital e recebia ajuda financeira de familiares.

*Sob supervisão de Jean Laurindo

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