Milhões de pessoas judaicas torturadas e mortas em campos de concentração. Entre elas, deficientes mentais e físicos, negros e homossexuais. O retrato traz à tona o Holocausto, um genocídio em massa provocado pela Alemanha Nazista, durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), sob o comando de Adolf Hitler. 

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Em homenagem às vítimas do assassinato, foi criado o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto. Para não deixar morrer o crime histórico, o Metrópoles elencou cinco obras literárias de autores como Anne Frank, John Boyne e Primo Levi.

O Diário de Anne Frank, por Anne Frank

As anotações da pequena Anne, morta pelos nazistas após passar anos escondida no sótão de uma casa em Amsterdã, narram os sentimentos, os medos e as pequenas alegrias de uma menina judia. Como a família, ela lutou em vão para sobreviver ao Holocausto. 

A obra é uma poderosa lembrança dos horrores de uma guerra; um testemunho eloquente do espírito humano.

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O Menino do Pijama Listrado, por John Boyne 

O título traz a história de Bruno, que tem 9 anos e não sabe nada sobre o Holocausto e a solução final contra os judeus. Também não faz ideia que o país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos que a família está envolvida no conflito. 

Ele sabe apenas que foi obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e a mudar-se para uma região desolada, onde ele conhece ninguém. 

Da janela do quarto, Bruno pode ver uma cerca, e, para além dela, centenas de pessoas de pijama, que sempre o deixam com frio na barriga.

É Isto um Homem?, por Primo Levi

No livro, o escritor e químico italiano Primo Levi relembra o sofrimento em um campo de extermínio, sem, contudo, invocar qualquer resquício de autopiedade ou vingança. Deportado para Auschwitz em 1944, com outros 650 judeus italianos, Levi foi um dos poucos que sobreviveram.

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A Noite, por Elie Wiesel

No livro, Elie narra memórias dele e vai além ao expressar a perda da inocência, a sensação de abandono quando deixa de acreditar em Deus e a vergonha de ter a dignidade arruinada pela banalização do horror. 

Foi com A Noite que ele reencontrou a voz, dez anos após o Holocausto, e descobriu, na preservação da memória, um sentido para sobreviver.

A Bailarina de Auschwitz, por Edith Eger

Edith Eger era uma bailarina de 16 anos quando o Exército alemão invadiu o vilarejo onde morava, na Hungria. Os pais dela foram enviados à câmara de gás, mas ela e a irmã sobreviveram. Edith foi encontrada pelos soldados americanos em uma pilha de corpos dados como mortos. Já adulta e mãe de família, resolveu cursar psicologia. 

Hoje, ela trata pacientes que também lutam contra o transtorno de estresse pós-traumático. E, assim, já transformou, por exemplo, a vida de veteranos de guerra e mulheres vítimas de violência doméstica.

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