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    Eleições 2020

    Eleições 2020: candidatos a prefeito de Joinville apresentam propostas para a economia

    Em entrevista ao AN, os concorrentes para comandar a prefeitura falam dos planos para incentivar o desenvolvimento econômico da cidade

    15/10/2020 - 06h26 - Atualizada em: 15/10/2020 - 06h34

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    Cláudia
    Por Cláudia Morriesen
    imagem mostra os 15 candidatos a prefeito
    Em Joinville, 15 candidatos concorrem ao cargo máximo nas eleições municipais 2020
    (Foto: )

    Desde sexta-feira (9), o jornal A Notícia publica uma série de entrevistas com os candidatos a prefeito de Joinville com temas que devem nortear a discussão e a campanha eleitoral.

    O terceiro tema a ser abordado é o desenvolvimento econômico. A reportagem fez duas perguntas aos 15 candidatos:

    - Qual é o seu principal projeto para o desenvolvimento econômico de Joinville?

    - A matriz econômica da cidade está em transformação, deixando de depender da indústria. Como pretende investir para que Joinville evolua neste sentido?

    Confira o que respondeu cada candidato, com as respostas em ordem alfabética:

    > Quem são os candidatos a prefeito de Joinville

    > Em site especial, saiba tudo sobre as Eleições 2020 em SC

    Adriano da Silva (Novo)

    1. Na prioridade dos seis primeiros meses de governo está a desburocratização de processos que eu faço questão de liderar pessoalmente. Para acabar com o excesso de burocracia, faremos um revogaço de leis, a exemplo do que já funcionou em outras cidades, que reuniram associações, secretarias da prefeitura, legislativo municipal e Ministério Público para chegar as melhores fórmulas, facilitando a vida do cidadão e do empreendedor.

    Estudei esse case e é necessário criar leis, revogar as inadequadas, redesenhar códigos e digitalizar os processos. O resultado reflete no aumento de transparência, redução de corrupção, automatização de sistemas e velocidade na emissão de alvarás. O maior ganho será a transparência ativa que possibilita consultas de um modo simples e que todos entendem.

    Não estou inventando nada. Esse modelo já deu certo em outras cidades e vamos replicar em Joinville. Precisamos facilitar a vida do cidadão e de quem quer gerar empregos e renda.

    Dentro desse contexto, criaremos o Joinville Fácil um espaço único e uma plataforma digital que integra os órgãos da Prefeitura, simplificando a prestação de serviços e as solicitações, certidões, orientações, licenças e documentação para os cidadãos e empresas.

    Promoveremos a modernização da gestão pública que envolve processos, sistemas e digitalização de documentos.

    2. Para diversificar a matriz econômica de Joinville, nosso plano de governo abrange projetos que contemplam as áreas de tecnologia, turismo e cultura. O projeto Distrito Criativo, por exemplo, é um programa para incentivar a ocupação econômica da região central. Não se trata de requalificar, mas sim de ressignificar a área central, atrair novos setores econômicos.

    O projeto é baseado em experiências de outras cidades do país, como o Porto Digital de Recife, e de outros países. Coloca as startups e empreendimentos de inovação como carros-chefes, levando as empresas para sobrelojas de construções mais antigas, onde os preços dos aluguéis são atrativos para quem está iniciando um empreendimento.

    Com os imóveis ocupados, atraímos um novo público para o Centro, inclusive o jovem, transformando o Distrito Criativo em ambiente propício para instalação de bares, pubs, restaurantes e lojas para atender o crescente consumo.

    Desenvolveremos também o projeto de conexão dos clusters de turismo já existentes na cidade: rural, cultural e de negócios. A ideia é criar a quadra cultural interligado a cidadela cultural ao MAJ, Teatro Juarez Machado e cemitério do imigrante. Além disso, conectar a quadra da dança abrangendo o Centro de Dança, Instituto Festival de Dança, Museu da Dança e Escola Bolshoi.

    A integração abrange ainda o ecoturismo, conectando o conjunto de atrativos da cidade ao hub turístico do norte catarinense. Na área cultural desenvolveremos um modelo economicamente viável de apoio à cultura (Mecenato Sustentável) e incentivaremos um coworking de eventos, produção e atrações culturais.

    Facilitaremos os caminhos para fazer da cultura uma alavanca para a inovação, promovendo a indústria criativa e incorporando na economia tradicional a cultura da inovação.

    Além disso, com o Simdec, vamos estimular projetos que tragam turismo e renda (recurso de financiamento cultural), desburocratizando o processo, revendo o modelo de pontuações e estudando modelos sustentáveis de apoio a cultura.

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    Anelísio da Assessoritec (Avante)

    1. Joinville precisa voltar a ser a terra das oportunidades, e para isso, precisamos dar valor as pessoas. Como as licenças serão provisórias, primeiro o cidadão já começa a trabalhar imediatamente, e somente após a prefeitura irá fiscalizar a regularidade. Atualmente o cidadão tem que provar a regularidade antes mesmo de trabalhar e gerar riqueza e empregos. De outra ponta, também vejo necessário criar incentivos tributários e logísticos para suprir a carência de empregos por meio das empresas com sede em Joinville e as que venham se instalar.

    2. Aumentar a quantidade e a qualidade dos serviços oferecidos por meio de plataformas digitais, e desenvolver uma economia sustentável e criativa aproveitando os recursos, as competências e os empreendedores locais. Pretendo Também fiscalizar e regulamentar a ocupação dos espaços públicos de calçadas e feiras itinerantes, prestigiando o comerciante legalizado.

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    Assis (PT/Coligação Joinville que Cuida da sua Gente)

    1. Nosso programa de governo propõe o Pacto Joinville, uma série de propostas para as áreas de emprego e renda, indústria, comércio e serviços e legislação. Esse pacto, que deve ser colocado em prática logo no primeiro semestre de 2021, considera o incentivo ao desenvolvimento econômico a partir da pandemia e do pós-pandemia, com novas relações de trabalho, novas tecnologias e os saberes e as práticas locais.

    A crise econômica que foi agravada pela pandemia do Coronavírus vai exigir da prefeitura que repense o seu papel. O poder público e a sociedade terão que fazer um grande esforço para elaborar e implementar um plano de recuperação econômica para Joinville. O nosso governo vai colocar a prefeitura como indutora do desenvolvimento local. Em apoio ao empreendedorismo da nossa gente. Seremos um grande aliado, acelerando processos, desburocratizando. Mas iremos além. Temos muitos micro e pequenos empreendedores, inclusive MEIs, em dificuldade em nossa cidade. Alguns já fecharam suas portas. Não podemos virar as costas pra quem gera emprego e renda em nossa cidade.

    Por isso, vamos criar o Banco do Povo – uma linha de financiamento a juro zero para que todos tenham condições de fazer a travessia na crise. Já fizemos isso em Blumenau, quando governamos a cidade. O objetivo é estimular a economia municipal por meio da concessão de crédito e microcrédito, destinados a atividades produtivas de micro empresas, pequenas empresas, microempreendedores individuais e empreendedorismo rural familiar. Vamos oferecer crédito fácil e barato, com longos prazos de pagamento e primeira parcela em até um ano. Também vamos oferecer cursos gratuitos de gestão sobre como investir estes recursos. Nosso governo também vai implementar em Joinville o Programa de Renda Básica de Cidadania, semelhante ao Bolsa Família e auxílio emergencial aprovado pelo Congresso Nacional durante a pandemia. Este programa de complementação de renda mensal vai garantir o básico para aquelas pessoas que mais precisam, além de contribuir para a movimentação da economia em Joinville. Os beneficiários também terão acesso à qualificação profissional.

    2. Nós vamos criar em Joinville um ambiente favorável a investimentos, colocando a prefeitura como indutora do desenvolvimento local. Vamos oferecer a infraestrutura adequada para a instalação de novos negócios e agilidade e transparência da gestão para a sua legalização. O Pacto Joinville, que está em nosso programa de governo e será colocado em prática logo no primeiro semestre, propõe a implementação de medidas para estimular a recuperação de empresas e a abertura de novas, além do fomento ao empresariado local para promover e implementar a responsabilidade social empresarial. Nosso governo vai desburocratizar a legislação de abertura de negócios, diminuindo o tempo de abertura de empresas, e promover um programa de incentivos fiscais para comércio, serviço e indústria.

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    Comandante Nelson Coelho (Patriota/ Coligação Joinville Acima de Todos)

    1. O grande projeto é chamar a atenção para Joinville. Temos que torná-la uma cidade mais agradável para o próprio joinvilense, pois quando isso acontece, ele não sai daqui para gastar em outra cidade, ele irá aproveitar e investir o seu dinheiro aqui. Um dos marcos para movimentar a economia - e, por consequência, a cultura e o lazer - é a prefeitura ser uma embaixadora para a atração de eventos. O turismo terá uma diretoria especial próxima ao prefeito para justamente sermos o fomentador desses atrativos. E aí quero fazer uso de uma estrutura que é pouco utilizada pelo município, que é o Convention Bureau. Ele tem facilidade e flexibilidade para trazer eventos para Joinville.

    2. O que temos que entender é o seguinte: a prefeitura não é empresário. O empresário é que sabe onde ele investir. Temos é que permitir que a cidade continue crescendo. A matriz econômica existe e não vai desaparecer de uma hora pra outra. Não posso “criminalizar” o que fez Joinville chegar onde chegou para privilegiar uma determinada área. Precisamos dar os meios e as condições para a captação de empresas de todas as áreas. Eu, como administrador da cidade, não posso me intrometer no que o empresário quer fazer em termos de investimento. O que acontece com Joinville é que a estrutura municipal vem se intrometendo tanto no privado que os investimentos foram para Araquari. Quantos empregos Joinville perdeu? Quantas empresas, quanto de arrecadação de impostos perdemos? Essa postura ignorante faz com Joinville precise de uma estrutura maior de saúde e educação para dar conta do desenvolvimento de Araquari.

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    Darci de Matos (PSD/ Coligação Joinville é Agora)

    1. O nosso principal projeto para o desenvolvimento econômico, com a experiência que tenho, com uma equipe competente da área econômica e com atitude, vamos destravar a cidade. Vamos criar condições para liberação de licenciamentos ambientais e alvarás de construção, tornando essas ações mais práticas para que as empresas possam se instalar mais rapidamente e não irem embora para Araquari e outros municípios. Nosso objetivo é manter as empresas em Joinville, gerando emprego, economia e receitas para nossa cidade.

    2. Essa é uma tendência. Nós vamos investir na área de tecnologia e informação, incentivando e trazendo mais empresas para a cidade. Também vamos investir e incentivar a formação profissional dos jovens para a área da tecnologia, pois é um setor que tem se potencializado muito. Nós somos o terceiro polo de Santa Catarina. E na área do turismo, também iremos investir. Nós temos o turismo contemplativo, temos o mar, a serra muito próximo, o turismo de eventos, que deixa muito dinheiro na nossa cidade. Joinville também tem um potencial incrível para o turismo rural e o turismo náutico. Vamos despertar e potencializar essa área.

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    Doutor Dalmo (PSL)

    1. Destravar a cidade das amarras da burocracia. Agilizando processos, a economia renasce e gera empregos e renda naturalmente. A Prefeitura não pode é ser o complicador geral da economia, como é hoje. Vamos agir na cidade de forma global, recuperando sua vocação de locomotiva da economia de SC. Teremos foco especial para os jovens, o primeiro emprego. Vamos dar atenção especial também ao turismo, temos belezas naturais únicas, com serra, mar, campo, e não sabemos utilizar este potencial. E claro, motivar o setor tecnológico, o futuro que já chegou.

    2. Mudar a vocação de uma cidade não é coisa de uma hora para outra. É um processo que precisa de planejamento, ouvir as pessoas, entidades, empreendedores, todos os setores que constroem Joinville. Temos de reposicionar a cidade para que o seu futuro seja promissor, e para isso precisamos planejar, ouvir a cidade como um todo, mas focar no turismo, de eventos, negócios, e de natureza, e claro, apontar para o mundo da tecnologia, fomentador de empresas que geram vários empregos com sua cadeia produtiva.

    Drico do PSTU (PSTU)

    O peso econômico de Joinville deve ser convertido em benefício para a classe que gera essa riqueza. Não é possível que ainda se acredite nas ilusões apregoadas pela classe dominante quanto ao principal ator dessa geração descomunal de valor. São os trabalhadores de Joinville que saem de suas casas todos os dias para trabalhar, carentes de um transporte gratuito (dado que consome fatia considerável dos salários). São os serviços prestados pelos trabalhadores que mantém a cidade em pé. São os agricultores joinvillenses que produzem o nosso alimento. Mas são os acionistas, os barões, os donos dessas empresas os que retêm os lucros. E são os interesses desses magnatas que estão nas mesas dos governantes. Esses papéis contém diretrizes que são sancionadas em reuniões pomposas e descoladas da sociedade. Nós do PSTU propomos à classe trabalhadora que tome para si o protagonismo de sua história. Através dos Conselhos Populares teremos que debater os rumos da fortuna gerada pela classe trabalhadora. Dada a oportunidade, perguntamos: qual destino os leitores acreditam que será dado, quando as rédeas da economia estiver politicamente nas mãos dos daqui de baixo? O Socialismo é um sistema no qual são planejadas as estratégias sócio-político-econômicas desde a base da pirâmide. Quarentena geral, com garantias sociais, desde os salários até o preço da cesta básica. Decisões assim a classe trabalhadora terá que debater. Porque os patrões não fizeram isso até agora, e nos é evidente que não estão dispostos a debater no futuro.

    Eduardo Zimmermann (PTC)

    1. Nosso principal projeto para o desenvolvimento econômico da cidade é a criação de uma rampa de ascensão social com a geração de emprego através de todas as medidas necessárias para a atração de negócios, em especial no tocante à desburocratização para liberações.

    2. Não posso deixar que Joinville se transforme num distrito industrial de Araquari. É necessário ter infraestrutura, mais empresas de todo tipo e turismo na nossa cidade. O maior programa social que existe é o emprego. Com mais emprego, maior a renda, maior gasto das famílias e a economia gira.

    Fernando Krelling (MDB/ Coligação Vamos pra Frente, Vamos com Fé)

    1. Vou investir em parcerias público-privadas para o fomento de novos empreendedores, reduzir o tempo no processo de abertura de empresas, diminuindo a burocracia, e apoiar as ações, programas e eventos do Ecossistema de Empreendedorismo e Inovação.

    2. Fortalecendo programas de incentivo ao desenvolvimento de negócios inovadores, e aumentando o número de incubadoras locais, além de fomentar startups, estimular competências em Soft Skills específicos e promover o ingresso de jovens empreendedores ao mercado de trabalho. Quero também estimular pesquisas e desenvolvimento aplicados, e transformar Joinville em uma cidade sedutora para as mentes criativas, mais acessível tecnologicamente, criando condições para que alguns trabalhadores possam desenvolver seus trabalhos em casa.

    Ivandro de Souza (Podemos/ Coligação Aliança por Joinville)

    1. Entendo que a Joinville do futuro, para quatro ou dez anos, precisa estar preparada para suprir água, saneamento, mobilidade, saúde e emprego e renda para a sua população. E nada disso acontece sem que o município se desenvolva economicamente. Temos de destravar o setor de licenciamento ambiental em concomitância com liberação de alvarás. Defendo a autodeclaração em licenças desde 2009, especificamente para algumas atividades e, obviamente, outras têm de cumprir a legislação com estudo ambientais mais complexos. Também é necessário desenvolver um condomínio industrial na Zona Sul da cidade para que o trabalhador de Joinville não precise labutar em Araquari ou atravessar a cidade toda para trabalhar no condomínio da Zona Norte. Equilibrar as duas Joinville que temos, e isso exige infraestrutura. Neste aspecto, meu plano de trabalho prevê que empresas que se instalarem em bairros com menor índice de desenvolvimento tenham política fiscal diferenciada, como o ISS; isso vai incentivar a instalação de mais empresas em nossa cidade. Outro fator importante é a exportação, porquê, com base nos dados do Ministério da Economia ocupamos a 45º posição em exportações no país, nossas empresas podem crescer nesse aspecto. No Estado somos a segunda cidade que mais vende ao exterior, Itajaí figura em primeiro.

    2. Precisamos fortalecer e consolidar as novas matrizes econômicas e, associadas às tradicionais, irão alavancar a economia local e a renda de setores distintos. Vai desde startups, passando por robotização, uso de nanotecnologia e até outras mudanças mais sutis como novo perfil de economia na área rural. Temos novas profissões sendo demandadas pelo mercado, desde profissionais especialistas em aula à distância, passando por análise de dados, especialistas em segurança pública de informação, entre outras. O setor privado precisa de incentivos, isso passa por fomentar projetos de pesquisa e, depende também, da articulação do administrador municipal com outras instituições, governos e até mesmo cidades ou países onde existe a tecnologia de ponta e parcerias que devem ser consolidadas. O setor público, empresas e pessoas têm de estar preparadas para essas mudanças e, como exemplo, a indústria 4.0 detém um grande desafio: a mão de obra qualificada de jovens que ingressam no mercado de trabalho ou dos adultos que precisam se atualizar. Ou seja, essa evolução da economia também tem de passar pela escola, ou seja, possibilitar que os alunos saiam da sala de aula com o aprendizado e um diferencial que lhe permitam acessar o mercado de trabalho em transformação.

    James Schroeder (PDT)

    1. Implantar a Nota Fiscal Joinvillense como parte de um sistema de estímulo ao desenvolvimento da Economia Criativa, onde parte dos recursos do ISS retornados abastecerão um Fundo de Investimento em Economia Criativa e Inovação; incentivar a formalização dos empreendimentos com a redução de 50% das taxas municipais referentes à concessão de alvará de localização e redução de 100% do ISS nos primeiros seis meses após sua regularização; voltar às origens do Sistema Municipal de Desenvolvimento pela Cultura onde a produção cultural é uma atividade geradora de divisas, emprego e renda; incentivar a Economia de Comunhão (EdC) e a Economia Solidária para gerar mais empregos e garantir mais estabilidade de renda; implementar o Fundo Municipal de Apoio às Ações Comunitárias e de Vizinhança (FAC), destinado a subsidiar iniciativas comunitárias e participativas nas áreas de lazer, cultura, segurança, requalificação profissional, entre outras definidas na lei 5854/20; e reduzir as dívidas da PMJ com o Ipreville.

    2. Implementar espaços de coworking para fomentar novos negócios inovadores, oferecendo internet, sala de reunião e local para palestras e oficinas. Esse espaço fará isso com orientações, capacitação e tudo que é necessário para incentivar a geração de renda por meio Economia Criativa, um formato de economia que abrange a criação, produção e distribuição de bens e serviços que usam criatividade, cultura e capital intelectual como matéria prima.

    Levi (DC)

    1. Vamos combater e eliminar as terríveis burocracias. Cobrando metas e resultados de quem trabalha no setor. Se necessário, vou terceirizar esse setor. Chega de enrolação.

    2. A gestão pública deve proporcionar condições plenas em infraestrutura, saneamento básico, mobilidade urbana, e segurança, para o progresso econômico.

    Marcucci (Republicanos)

    1. No que tange ao desenvolvimento econômico de Joinville, é certo que na próxima década , nossa cidade passará por uma profunda transformação. A base de Joinville é o segundo setor, no qual o mercado criou uma dinâmica de capitalização que culminou no desenvolvimento da Joinville industrial como a conhecemos. Todavia, a realidade é outra. Joinville migrará para uma pujante parceria do segundo setor com o terceiro setor. Nossa administração vai primar pela qualidade de vida do munícipe, onde não apenas o capital será o alvo, mas sim, o bem-estar social terá sua vez de inserção no governo municipal.

    2. Nosso principal projeto para o desenvolvimento dessa nova década , é dar condições das instituições sociais se reorganizarem em coletivos, para que o joinvilense tenha aqui toda a base de sustentação de sua vida, sua família, seu modo de vida.

    Mayara Colzani (PSOL)

    1. Como tudo em minha candidatura o que eu proponho depende da mobilização popular. A principal proposta que eu tenho para garantir o desenvolvimento econômico de Joinville é garantir a anulação da dívida pública, para isso é preciso mobilização e que o governo federal e estadual anulem essa dívida não só em esfera municipal, mas também nacionalmente. Também trabalharemos que a lei de responsabilidade fiscal seja revogada e que façamos todos os investimentos em transporte, saúde, educação, cultura, esporte, lazer, mobilidade e infraestrutura urbana. Para garantir emprego em Joinville é justamente o fato que teremos que garantir esses serviços públicos.

    2. A indústria de Joinville pode-se desenvolver e ainda têm condições de se desenvolver. O único problema é que a indústria da maneira como é hoje depende do capital financeiro e isso vai depender de uma luta que não é só de Joinville. Somente uma luta geral vai fazer com que o país modifique o rumo que ele está, ou seja, é uma luta pela revolução.

    Tânia Eberhardt (Cidadania/ Coligação Joinville é o que nos Move)

    1. A primeira ação em prol do desenvolvimento do município hoje passa pela desburocratização dos processos. Esta é uma condição sine qua non para voltarmos a crescer economicamente. Sem desatar esse nó, não vamos conseguir atrair investimentos e nem tão pouco alavancar o empreendedorismo. Entendemos que é preciso confiar no cidadão, facilitando e dando a ele autonomia para a implantação de seus empreendimentos. E então fiscalizar, verificar se estão cumprindo aquilo que é determinado pela legislação em cada área.

    Alguns serviços que hoje a Prefeitura faz devem sair da esfera exclusiva do poder público para serem realizados por meio de parcerias. É papel do Executivo cuidar muito bem da educação, da saúde, da assistência e da segurança. Outras atividades podem ser terceirizadas. Claro que sempre acompanhadas de uma fiscalização eficaz.

    Também queremos investir na expansão, no estímulo e na promoção da cultura e do turismo. Isso traz novas e variadas fontes de trabalho e renda para a cidade. Temos que saber vender nossos atrativos, tanto naturais, quanto históricos. São duas áreas que envolvem poucos recursos para serem impulsionadas, mas em contrapartida trazem somas expressivas para o caixa do município.

    2. Vamos criar, junto à secretaria, o Desenville. Não é um novo órgão; trata-se de um Núcleo de Desenvolvimento com a participação de todas as entidades empresariais de Joinville, cujo objetivo é ter apoio técnico e político para o direcionamento da expansão econômica do município. Nessa diretiva iremos impulsionar o empreendedorismo e a inovação, fomentando a união entre empresas e/ou seus órgãos representativos e centros educacionais comprometidos em transformar a cidade em um pólo de referência nacional e internacional. Nossa proposta é criar novos ambientes em vários bairros da cidade, com a cooperação das instituições de ensino técnico e superior, a fim de abrigar startups dos mais diversos nichos, como por exemplo: agricultura, turismo, saúde, direito, entre outras.

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