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Queda de cabelo

Entenda o que é a alopecia androgenética e como tratar esse problema

Estudos mostram que novas terapias podem aumentar o crescimento dos fios com segurança e eficácia

28/03/2022 - 16h36

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Estúdio
Por Estúdio NSC
alopecia androgenética
É possível diagnosticar alopecia androgenética através de exames genéticos
(Foto: )

Um cabelo bonito interfere diretamente na autoestima de qualquer pessoa, especialmente quando a queda se torna um problema de saúde. A sensibilidade da pauta ficou evidente no último domingo (27), durante a cerimônia do Oscar, quando o ator Will Smith deu um tapa no rosto de Chris Rock, devido a uma piada feita pelo comediante a respeito da cabeça raspada de Jada Pinkett Smith - esposa do ator - e que sofre com alopecia. 

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De acordo com estudos sobre calvície em homens e mulheres, desenvolvidos pelo médico dermatologista e tricologista, Dr. Leonardo de Medeiros Quirino*, a causa mais comum de perda de cabelo entre os dois públicos é a alopecia androgenética. Esta condição é determinada geneticamente e pode se manifestar em diferentes fases da vida — desde a adolescência, quando os fios podem começar a nascer mais finos, até a vida adulta, através de entradas ou falhas.

Ele aponta que, entre o público masculino, a calvície afeta 30% dos homens caucasianos aos 30 anos e 80% até os 70 anos. Já entre as mulheres, o número é menor, mas ainda bem expressivo: cerca de 15% são acometidas aos 30 anos, e até a terceira idade (70 anos), este índice aumenta para 48%. Outro momento em que a mulher pode ser afetada pela condição é durante a menopausa, devido a queda do nível de estrogênio no corpo.

Primeiros sinais de alerta

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, uma queda excessiva de cabelo nem sempre representa um sintoma de alopecia androgenética. Por dia, uma queda média de 50 a 100 fios é considerada normal, mas há épocas (como o fim do verão e início do outono, por exemplo), em que este número pode chegar a 200. O maior ponto de atenção deve estar no diâmetro dos fios, já que, de acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), o afinamento é a queixa mais frequente na alopecia androgenética.

Com os cabelos mais ralos, progressivamente o couro cabeludo fica mais aberto, o que resulta no aparecimento de falhas. Entre o público feminino, conforme aponta a SBD, a região central é a mais acometida. A tendência é que a linha que divide o cabelo torne-se mais aberta conforme o avanço desta condição. Porém, de modo geral, os sintomas são mais discretos do que os apresentados pelos homens.

A boa notícia é que a alopecia androgenética é controlável e até mesmo reversível. Para obter um diagnóstico e tratamento correto, é recomendado consultar um dermatologista logo nos primeiros sintomas.

Há, ainda, a possibilidade de um diagnóstico precoce através de exames genéticos. Eles podem identificar quais são as probabilidades de desenvolver a condição com base no histórico familiar e na predisposição do DNA.

Alopecia androgenética tem cura?

Ainda não existe uma cura para esta condição. No entanto, estão disponíveis no mercado produtos que podem normalizar ou até reverter o processo de afinamento dos fios. Conforme orienta a Sociedade Brasileira de Dermatologia, este tipo de tratamento envolve estimulantes de crescimento capilar e bloqueadores hormonais, na intenção de estacionar o processo e recuperar parte da perda.

Produto inovador pode ser a solução

Diminuir a queda, e consequentemente, resolver os problemas de autoestima e estresse relacionados a ela, é uma meta para a grande maioria das mulheres que sofrem com a alopecia androgenética. Para este público, há uma boa notícia: uma fórmula inovadora, segura e efetiva para restaurar o couro cabeludo acaba de chegar ao Brasil.

Trata-se do Cellcurin®, um tônico que, através de um coquetel de fatores de crescimento, pode melhorar o crescimento capilar e a espessura do cabelo, fortalecer o couro cabeludo e estimular a produção de novos fios. O produto está disponível no mercado nacional através da Intervalue Comercial S/A, importadora que atua em diferentes segmentos de mercado com o objetivo de selecionar marcas e produtos com potencial de revolucionar a rotina de seus clientes.

O tônico está disponível em dois produtos: Cellcurin® Home Care, cujo uso pode ser doméstico, e Cellcurin® Hair Ampoule, de uso profissional aplicado através da técnica de Sistema de Terapia de Microagulhas (MTS) para tratamento clínico. Este produto, assim como os demais importados pela Intervalue, está certificado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Quem também atesta a eficácia do produto é o dermatologista e tricologista Dr. Leonardo, que foi o primeiro do país a promover uma pesquisa científica sobre o Cellcurin®. No estudo, ele concluiu que o tônico tem potencial para aumentar a quantidade de cabelo e apresentar resultados seguros, positivos e agradáveis esteticamente.

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No estudo, que foi conduzido com homens e mulheres brasileiros com idades entre 36 a 38 anos, foi possível constatar um grande aumento da quantidade capilar, especialmente na região frontal da cabeça. Dr. Leonardo ressalta que, como a pesquisa foi feita apenas entre brasileiros, os bons índices apontam que o produto é eficaz entre as características raciais da população do país.

— Esse estudo acrescenta importantes resultados à literatura científica internacional e reafirma o Cellcurin® sérum como uma nova opção eficaz e segura para tratamento da alopecia androgenética — conclui, na publicação.

Quer saber mais sobre o tratamento? Acesse o site da Intervalue e saiba mais sobre esse produto inovador.

*Médico responsável pelo estudo Coquetel de Fatores de Crescimento Incluindo Fator 9 de Crescimento de Fibroblastos (Cellcurin) Sérum no Tratamento da Alopecia Androgenética: Dr. Leonardo de Medeiros Quirino – CRM/MG 46653 - CRM/SP 141704 / Dermatologista e Tricologista.

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