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    ADEUS AO CÃOZINHO

    Filhote Bob morre duas semanas depois de chegar aos bombeiros de Itapema

    Ele reforçaria buscas e salvamentos ao lado de socorristas

    27/03/2021 - 20h57 - Atualizada em: 29/03/2021 - 15h12

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    Clarissa
    Por Clarissa Battistella
    Bob chegou na corporação em 10 de março para reforçar a matilha de cães de resgate
    Bob chegou na corporação em 10 de março para reforçar a matilha de cães de resgate
    (Foto: )

    Recém-chegado aos bombeiros militares de Itapema, no Litoral Norte de Santa Catarina, o filhote de labrador que reforçaria as buscas ao lado de socorristas, morreu no final da tarde deste sábado (27). A informação foi divulgada pelo Corpo de Bombeiros, em nota de pesar. 

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    Bob, como foi batizado, chegou à matilha dos cães da corporação no dia 10 de março, para ser binômio do Cabo Küll. O filhote tinha apenas dois meses de idade e veio de São Paulo, após ser selecionado por um especialista em atuação com cães.

    Bob
    Bob tinha dois meses
    (Foto: )

    Depois de 17 dias na corporação, Bob teve uma convulsão, seguida de parada cardiorrespiratória e não resistiu. Segundo nota dos bombeiros, o filhote será cremado neste domingo (28), em São José, na Grande Florianópolis.

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    Na mesma nota de pesar, a corporação lamenta a perda: "Nossos sentimentos ao condutor, cabo Küll e aos familiares e as respeitosas continências de todos os cinotécnicos do CBMSC".

    Cachorros socorristas

    No último ano, os binômios (dupla de bombeiro e cão) estiveram em 95 ocorrências de busca de pessoas desaparecidas, um importante reforço, já que os animais conseguem ter uma percepção de odor maior do que a dos humanos, indicando o caminho até as vítimas.

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    — Cada filhote que chega nos traz mais certeza de que este é um trabalho importante da corporação, tanto em Santa Catarina como no Brasil. Estamos com uma renovação gradativa, que garante que o trabalho seja contínuo e não pare — destaca o presidente da Coordenadoria de Busca, Resgate e Salvamento com Cães, tenente-coronel Walter Parizotto.

    A ideia é ter pelo menos um binômio em cada um dos 15 batalhões catarinenses. Atualmente há cães (entre certificados e em treinamento) nos batalhões de Curitibanos, Blumenau, Canoinhas, Lages, Criciúma, Itajaí, Xanxerê, Chapecó, São José e agora em Balneário Camboriú.

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