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Não há risco de interdição do Mercado Público de Florianópolis, diz MP

Vistoria foi feita no local nesta quarta-feira (11) por uma força-tarefa

11/05/2022 - 15h08

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Catarina
Por Catarina Duarte
Nova vistoria do Mercado Público está marcada para junho
Nova vistoria do Mercado Público está marcada para junho
(Foto: )

O Mercado Público de Florianópolis não será interditado. Essa foi a avaliação da força-tarefa que vistoriou a estrutura nesta quarta-feira (10). Conforme o promotor de Justiça Daniel Paladino, membro da equipe de trabalho, apesar de pontos de melhoria serem constatados, a prefeitura se comprometeu a resolver parte das situações até junho, quando uma nova avaliação deve ser feita.

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O local tem um alvará provisório do Corpo de Bombeiros Militar que vale até setembro deste ano. Para que seja concedida a liberação definitiva para funcionamento é necessário que sejam feitos ajustes principalmente no sistema de combate a incêndios.

Conforme Paladino, o risco de incêndio constatado nesta quarta-feira pelos bombeiros é baixo e não inviabiliza o funcionamento do local. Outro ponto vistoriado foi o teto retrátil, que já passa por reformas e segundo a prefeitura deve estar em pleno funcionamento em 15 de junho.

O secretário de Turismo, Tecnologia e Desenvolvimento da Capital, Juliano Richter, confirmou que a previsão é de conclusão nas próximas semanas. Em relação ao sistema de incêndio, a prefeitura iniciou a contratação de uma empresa que fará o serviço.

A manutenção necessária, de acordo com Richter, é nos canos que levam a água de cisternas até os sprinklers — equipamentos são acionados em caso de incêndio e derramam o líquido para evitar a propagação do fogo. Com as obras, os canos deixaram de ser subterrâneos e vão passar a ser aéreos.

— A gente está, aos pouquinhos, colocando o Mercado Público nos eixos — disse o secretário.

Em nota, a prefeitura informou que todos os trabalhos devem ser concluídos até setembro, quando vence o alvará dos bombeiros. A expectativa, no entanto, é de que as obras possam ser entregues antes desse prazo.

Além do Ministério Público, integram a força-tarefa o Corpo de Bombeiros, Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Santa Catarina (CREA/SC), Câmara de Dirigentes Lojistas de Florianópolis (CDL) e a prefeitura.

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