Durante um evento no Texas, Estados Unidos, o senador Flávio Bolsonaro (PL) citou as terras raras para explicar a importância do Brasil no Ocidente. As terras raras são uma combinação entre 17 elementos químicos encontrados na natureza, geralmente misturados a outros minérios e de difícil extração. 

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— O Brasil será o campo de batalha onde o futuro do hemisfério será disputado, porque o Brasil é a solução dos Estados Unidos para quebrar a independência da China em relação a minerais críticos, especialmente elementos de terras raras — citou o senador durante o evento.

Flávio Bolsonaro quer eleições com “valores americanos”

Ainda durante seu discurso, que durou cerca de 15 minutos, o atual senador e pré-candidato à presidente do Brasil, pediu que os estadunidenses se atentassem às eleições brasileiras.

O senador pediu que a população dos EUA monitore a liberdade de expressão e exerça pressão diplomática para que as instituições funcionem adequadamente “em vez de o governo Biden interferir em nossas eleições para instalar um socialista que odeia os Estados Unidos”, disse.

Ele ainda citou que exercer pressão diplomática por eleições livres e justas, baseadas em “valores de origem americana”, é uma boa chance de política externa para a região.

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— Meu pai está preso esta noite pelas mesmas crenças que você, mas seu sacrifício não será em vão. No ano que vem, quando eu retornar a este palco como presidente do Brasil, não estaremos apenas comemorando mais uma vitória eleitoral — finalizou.

Assista à participação do senador

Bolsonaro recebe alta do hospital e segue para prisão domiciliar

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recebeu alta do Hospital DF Star, em Brasília, por volta das 10h de sexta-feira (27). O político foi internado no dia 13 de março após o diagnóstico de pneumonia decorrente de broncoaspiração.

Bolsonaro chegou a ficar internado na Unidade de Tratamento Intensiva (UTI) do hospital, mas recebeu alta na última segunda-feira (23). Nesta terça-feira (25), Moraes concedeu prisão domiciliar temporária para o ex-presidente por 90 dias. Após esse período, o ministro vai reanalisar os requisitos para a permanência ou não da prisão domiciliar.

A concessão aconteceu após a Procuradoria-Geral da República se manifestar favorável à prisão domiciliar para o ex-presidente. Segundo o órgão, “está demonstrado que o estado de saúde do postulante da prisão domiciliar demanda a atenção constante e atenta que o ambiente familiar, mas não o sistema prisional em vigor, está apto para propiciar”.

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