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Tóquio 2020: relembre as aberturas mais marcantes das Olimpíadas

Cerimônia de abertura será nesta sexta-feira (23), às 8h, no Estádio Olímpico de Tóquio

22/07/2021 - 14h53 - Atualizada em: 22/07/2021 - 14h54

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Por Rafaela Cardoso
Gisele Bündchen na cerimônia de abertura das Olimpíadas de 2016
Gisele Bündchen na cerimônia de abertura das Olimpíadas de 2016
(Foto: )

A cerimônia de abertura das Olimpíadas de 2020 está marcada para esta sexta-feira (23), às 8h, no horário de Brasília, no Estádio Olímpico de Tóquio. Diferentemente das edições anteriores, essa abertura não terá grandes coreografias, imensos adereços e multidões, devido à pandemia de Covid-19.​

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O Brasil terá apenas três representantes na cerimônia. Estarão presentes o chefe da missão Marco La Porta, vice-presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB), e a judoca Ketleyn Quadros e o jogador de vôlei Bruninho, porta-bandeiras da delegação. Nem mesmo o presidente do comitê, Paulo Wanderley, irá ao estádio.

O COB entende que a restrição é necessária para evitar o risco de contaminação pelo coronavírus. Além disso, não haverá presença de público e o estádio será aberto somente para convidados. Há uma estimativa de que a cerimônia reunirá até mil pessoas.

Mas enquanto a cerimônia ainda não começa, confira alguns momentos que marcaram outras aberturas dos Jogos Olímpicos.

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Confira aberturas marcantes das Olimpíadas

Desfile de Gisele Bündchen

A top model mais famosa do mundo, Gisele Bündchen, encantou o público que estava presente na cerimônia de abertura das Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. Ela “encarnou” a Garota de Ipanema e desfilou em uma passarela de 128 metros ao som do sucesso de Vinicius de Moraes e Tom Jobim. Na ocasião, a música foi interpretada pelo cantor e pianista Daniel Jobim.

Gisele surgiu em um vestido longo prateado, com um corte exibindo as pernas, assinado pelo estilista brasileiro Alexandre Herchcovitch. Segundo a modelo, foi a passarela mais longa em que já desfilou. 

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“Sinto-me honrada por fazer parte deste momento histórico para o meu país. Acredito que união é a chave para criar um mundo cheio de bondade, gratidão, paz e amor”, escreveu nas redes sociais em 2016. 

Rainha Elizabeth e James Bond

Nos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, os dois “símbolos” ingleses marcaram presença na cerimônia de abertura. Em um vídeo gravado anteriormente, a Rainha Elisabeth II foi escoltada por Daniel Craig, o intérprete de James Bond, para a área externa do Palácio de Buckingham antes de entrar em um helicóptero.

Em um truque de edição, feito de forma digital, os dois “saltaram” no Estádio de Wembley de paraquedas. O salto foi realizado por dublês, mas o momento surpreendeu a todos.

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Muhammad Ali acende a pira

Os Jogos de Atlanta, em 1996, proporcionaram uma das cenas mais emocionantes durante a cerimônia de abertura. O maior pugilista de todos, Muhammad Ali, campeão olímpico em Roma 1960, ainda utilizando o nome Cassius Clay, acendeu a pira.

O ex-atleta, portador da doença de Parkinson, teve dificuldades para erguer a tocha com as mãos trêmulas, mas conseguiu acender o fogo olímpico. Ele morreu anos depois, em junho de 2016, aos 74 anos.

China e a cerimônia mais cara de todas

Em Pequim 2008, a China fez a cerimônia de abertura mais cara da história dos Jogos Olímpicos. Os chineses gastaram US$ 100 milhões.

O ginasta Li Ning, conhecido como o “Príncipe da Ginástica”, ganhador de três medalhas de ouro em Los Angeles 1984, foi responsável por acender a pira. Fazendo jus ao nome do estádio, ele sobrevoou o Ninho de Pássaro antes de acendê-la. Com a tocha em mãos, o atleta foi içado por cabos e voou ao redor do local.

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Arco e flecha em 1992

Ainda falando em chama olímpica, os Jogos de Barcelona 1992 também foram memoráveis. Os organizadores selecionaram por 10 meses, em segredo, centenas de candidatos para acender a pira com um arco e flecha a uma distância de 30 metros.

O escolhido foi o arqueiro espanhol paralímpico Antonio Rebollo. Aparentemente, ele havia acertado o alvo e acendido a pira com a flecha. 

Porém, logo em seguida, surgiram imagens de cinegrafistas amadores mostrando que a tarefa não foi tão bem-sucedida. Aliás, ele até teria errado o alvo de propósito, a fim de garantir a segurança do público e dos participantes, já que a probabilidade de acerto era baixa. O fogo teria surgido de forma automática. Oficialmente, ninguém nunca disse a verdade. 

Brasileiras em Tóquio falam sobre expectativa para Olimpíadas

*Com informações da Folhapress e supervisão de Brenda Bittencourt

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