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Presidente

A história do médico de Bolsonaro

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Por Cacau Menezes
16/09/2019 - 05h00 - Atualizada em: 16/09/2019 - 07h27

"Desde pequeno. Aos 13 anos, eu caí do cavalo e a queda causou uma paralisia do lado direito do meu rosto. Disse ao médico que me atendeu, um professor de neurologia do Hospital das Clínicas, que eu queria ser cirurgião. Ele me aconselhou a procurar outra profissão. Fui para casa abaladíssimo. Meu avô então me repreendeu: ‘Esquece o que ele disse, não sabe nada. Ele é professor de cirurgia, mas não de gente’. Foi aí que eu mais quis ser cirurgião. Pouco mais de dez anos depois, operei o médico que me atendeu, por uma grande coincidência. Era noite de Natal. Tirei a vesícula dele. No dia seguinte, ele me olhou e perguntou: ‘O que aconteceu no seu rosto, menino?’. Eu relembrei a história a ele. Ele chorou igual a uma criança. Para mim, o não inexiste. Vou até o fim, sempre. Desisto só se me matarem." 

Fala de Antonio Luiz Macedo, de 67 anos, médico que operou o presidente Jair Bolsonaro semana passada, em São Paulo para a Revista Veja. O mesmo que todos os dias apresenta para a imprensa o seu boletim médico.

Perda irreparável

Repercutiu muito no final de semana o falecimento do arquiteto e urbanista André Schmitt. Há um consenso entre seus pares de que ele foi um dos arquitetos e urbanista de maior expressão em Santa Catarina. Professor da UFSC durante anos, ensinou e motivou gerações e é um dos protagonistas da arquitetura catarinense. Mas ele não se limitou a brilhar no seu casulo profissional. A sociedade e o bem público lhe arrastavam ora para ser secretário de turismo no governo Edison Andrino; ora para estar à frente do projeto Jardim Botânico; ora para ser um dos fundadores do FloripAmanhã, etc e tal...  Como se manifestou um dos seus amigos, "André era um ser universal". 

DIZZY

Faleceu sábado, em Floripa, e foi cremado em Balneário de Camboriú, o querido Alcides Caetano dos Santos, um dos fundadores da Dizzy com o sócio Fernando Fontes, terceira discoteca do Brasil que botou a cidade pra saracotear nas pistas em 1977.

A despedida

Kíria Meurer, nossa repórter do Núcleo da Rede Globo de Santa Catarina, se despediu dos amigos da NSC TV na sexta-feira e domingo já viajou para São Paulo, onde, casada, vai morar com o marido. Ainda não sabe, ou não quis dizer, o que vai fazer da carreira. Aqui foram duas décadas contando a história de muitos catarinenses em programas como Globo Repórter, Fantástico e Jornal Nacional. Nesse período, ela forjou a jornalista, a mãe e a mulher que é hoje. Afinal, passou mais da metade da sua vida aqui. Kíria nasceu em Lages, veio para Floripa fazer a faculdade de Jornalismo e começou a trabalhar na antiga RBS com apenas 22 anos. 

Pé no acelerador

O sucesso do trabalho do Hospital Infantil Joana de Gusmão está sendo explosivo: cerca de 85% dos casos de câncer infanto-juvenil atendidos no local têm obtido cura. E logo pode ser melhor. A informação é do boa praça Marcelo Batista de Sousa, presidente do Sindicato das Escolas Particulares de SC, em apoio à campanha "Setembro Dourado" - criada para alertar profissionais da saúde, pais, educadores e sociedade em geral sobre a importância de se atentar aos sinais e sintomas sugestivos do câncer infanto-juvenil, contribuindo com a sua detecção e tratamento precoces. As escolas particulares estão mobilizadas na campanha.

"Apressados"

A respeito da nota "Apressados", publicada nesta coluna na semana passada, os vereadores de Lages, além de se explicarem da Tribuna, mandam dizer que a sessão deliberativa da Câmara de Vereadores de Lages de terça-feira (dia 10), seguiu o trâmite normal das matérias, sendo 15 documentos legislativos aprovados na Ordem do Dia e 50 indicações encaminhadas ao Executivo Municipal, além de uma moção simples. A duração é o padrão das nossas reuniões deliberativas, cerca de duas horas. O início, como de praxe, é às 18h, e nesta data em específico o término foi às 20h05min. A notícia é que saíram rapidamente para uma churrascada, enforcando parte da sessão noturna.

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