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Violência

Os bastidores do sequestro relâmpago em Florianópolis

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Por Renato Igor
19/07/2021 - 07h27 - Atualizada em: 19/07/2021 - 11h55
Apesar do susto, vítimas passam bem
Apesar do susto, vítimas passam bem (Foto: Fernanda Mueller/DC)

O videomonitoramento da Polícia Militar de Santa Catarina (PM-SC) foi fundamental para identificar a Range Rover Evoque após um bandido ter feito de reféns três mulheres que estavam dentro do carro. O crime ocorreu neste domingo e a abordagem dos policiais foi por volta das 16h na esquina das ruas Arno Hoeschl com Almirante Lamego. O bandido foi morto.

>Tiroteio na Beira-Mar: assaltante é morto após sequestro relâmpago de mulheres em Florianópolis

É preciso destacar, também, o trabalho da segurança privada do shopping da região central quando percebeu o nervosismo de uma das vítimas quando esta tentava sacar o dinheiro no caixa eletrônico. O segurança acionou imediatamente a PM, repassou as informações colhidas pela vítima e as características do carro. Com base nestas informações, foi através das câmeras fixas de monitoramento eletrônico que o veículo foi identificado e abordado.

>Vídeo mostra abordagem da PM no sequestro relâmpago de Florianópolis

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Florianópolis já teve execução em frente ao mercado público e os assaltos não são incomuns. No passado, se dizia que era a capital mais segura do país. Evidente que, na média, na comparação com o Brasil, estamos bem. Mas é preciso que as autoridades estejam vigilantes e a população tenha um comportamento preventivo.

A polícia não recomenda que motorista ou passageiros fiquem aguardando parados no interior do carro. É uma situação de extrema vulnerabilidade em caso de uma abordagem de um marginal.

O mais importante foi a pronta resposta da PM e a precisão na abordagem dos policiais envolvidos. A ocorrência foi de muita tensão no momento em que o carro foi parado. O bandido, Davideson Marques Santos , 26, estava bastante nervoso, segurava uma das vítimas pelo cabelo e, com a outra mão, a arma. Ele já tinha passagem policial. 

Especialistas e estudiosos em segurança pública apontam que o ideal não é terminar uma ocorrência com mortes. Cabe destacar, entretanto, que as vítimas foram salvas e o policial percebeu que algo grave estava para acontecer pelo nível de tensão no carro e sentiu-se seguro, por estar bem treinado para isso, para disparar e atingir o bandido.

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Apresentador e comentarista na CBN Diário e NSC TV, Renato Igor faz análises e traz as notícias sobre o que acontece em Santa Catarina e o que influencia os rumos do Estado.

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