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Onde investir? Dicas de renda fixa, ações descontadas e com foco em dividendos

Conheça as vantagens e desvantagens de cada modalidade de investimento

01/06/2022 - 16h09

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Estúdio
Por Estúdio NSC
Carteira de investimentos
Fique de olho no rendimento e condições de cada modalidade e busque diversificar sua carteira de investimentos
(Foto: )

Proximidade das eleições, inflação em alta no Brasil e no mundo, Guerra na Ucrânia, lockdown na China: esses fatores trazem incertezas aos mercados, somados ao receio de novos aumentos de juros pelo Federal Reserve, o Banco Central dos Estados Unidos.

Onde investir nesse cenário? Quem já possui reserva de emergência e conta com recursos disponíveis para alocação, pode dar uma olhada nas dicas da Warren para investimentos nos próximos meses.

Voltando os olhos para Renda fixa

Com a elevação na taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic, muitos brasileiros migraram para a renda fixa, buscando proteção contra a inflação e maior segurança diante da volatilidade dos mercados.

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No entanto, é preciso prestar atenção sobre as opções que estão disponíveis no mercado, qual o vencimento dos títulos, a possibilidade de marcação a mercado em alguns ativos, além de outros cuidados.

O primeiro deles é a diferença entre títulos pré e pós-fixados. Com a escalada da inflação, o mercado já precifica que o Banco Central será obrigado a efetuar uma nova calibragem nos juros para frear a demanda e tentar mitigar os aumentos nos preços. Por isso, o investidor até pode ter exposição a títulos pré, mas a recomendação é que isso ocorra em percentual de alocação baixo, focando em ativos atrelados à inflação, como Tesouro IPCA +.

Ações que estão descontadas

Comprar ações baratas é algo que todo investidor quer, mas ainda pode encontrar dificuldades para fazer uma análise mais minuciosa. A Carteira Warren Picks 10+ seleciona empresas descontadas com boas perspectivas de crescimento e/ou remuneração para os acionistas, com foco no longo prazo.

Segundo o relatório, o cenário doméstico continua repleto de incertezas, com surpresas inflacionárias e no ciclo de juros, o que pode desencadear momentos negativos, principalmente com o cenário externo desfavorável. Lembrando que ações são indicadas somente para investidores com apetite ao risco e tolerância à volatilidade.

1) Randon (RAPT4), empresa que se dedica principalmente à fabricação de veículos pesados e autopeças;

2) Grupo Fleury (FLRY3), com 100 anos de atuação, é uma das maiores e mais respeitadas empresas de medicina e saúde do Brasil e tem apostado em fusões e aquisições para otimizar os negócios;

3) Vale (VALE3), mineradora brasileira que recentemente aprovou um programa de recompra de ações;

4) São Martinho (SMTO3); empresa do setor sucroenergético, viu um boom das suas ações nos últimos cinco anos, com aumento de mais de 170%;

5) Simpar (SIMH3), holding que controla seis empresas independentes, teve aumento de 92% de alta no lucro no 1T21, na comparação anual;

6) JBS (JBSS3), produtora de carnes com ampla participação no mercado internacional

7) Taesa (TAEE11), transmissora de energia, aumentou em 35% os lucros no IT21 na comparação anual e tem perspectiva de um ano sem tantas dificuldades como 2020;

8) Klabin (KLBN11)

9) Vibra Energia (VBBR3); que possui expectativa de se tornar uma grande distribuidora de energia limpa;

10) Engie (EGIE3), geradora de energia, que aposta cada vez mais em matrizes sustentáveis. Após um ano passado de margens pressionadas com a escassez hídrica, companhia viu aumento dos lucros no primeiro trimestre;

11) Petrobras (PETR4), estatal produtora de petróleo brasileiro. Com os preços do barril de petróleo elevados, a Petrobras teve lucro recorde no primeiro trimestre do ano, e a expectativa é que a commodity não desça nos preços a curto prazo;

12) Petro Rio (PRIO3), também empresa do setor de petróleo, também pode se beneficiar do rali de commodities impulsionado pela crise na Ucrânia.

Que tal focar em dividendos?

Com a crise nos mercados de ações a nível global, entre as dicas de especialistas está tirar o foco de ações com ênfase em crescimento e voltar os olhos com atenção para valor e renda, por meio de dividendos. Um dos exemplos de uma carteira balanceada, relatório da Warren composto por 10 ações, com peso de 10% cada. A carteira busca companhias de perfil defensivo e de menor volatilidade em seus papéis.

O setor de energia, tradicionalmente queridinho dos amantes dos dividendos, compõem 40% da carteira divulgada pela Warren em maio, seguido do setor financeiro, com 20%, frigorífico, com 10%, mineração, com 10%, petróleo, com 10% e agronegócio com 10%. Desde o início da criação, a carteira Warren Dividendos possuía 33,88% de valorização até a divulgação no início de maio, contra 11,58% do Índice de Dividendos no Ibovespa.

> Como a taxa Selic influencia seus investimentos?

Entre os indicadores utilizados para análise fundamentalista, está o Dividend Yield, ou Rendimento de Dividendos, indicador que verifica a performance da companhia em relação aos proventos que foram pagos aos acionistas ao longo dos últimos 12 meses do ano. Os DY das ações disponíveis da carteira da Warren foram consultados na segunda, dia 16 de maio, no portal Status Invest.

1) BrasilAgro (AGRO3): Empresa do setor do agronegócio realiza a aquisição, desenvolvimento, exploração e comercialização de propriedades rurais, possui Dividend Yield (DY.) em 14,78%;

2) Bradespar (BRAP4): Companhia de investimento controlada pelo Bradesco conta com D.Y. em 34,81%;

3) Energisa (ENGI11): Distribuidora de energia possui DY de 6,36%;

4) Copel (CPLE6): Companhia Paranaense de Energia é uma concessionária brasileira de energia elétrica, com DY de 16,69%;

5) Itaú Unibanco (ITUB4): Empresa brasileira de serviços financeiros com DY atual de 2,50%;

6) JBS (JBSS): Empresa de alimentos tem DY de 8,30%;

7) Petrobras (PETR4): Petrolífera teve lucro recorde e conta com DY de 22,61%

8) Taesa (TAEE11): 12,87%;

9) Banco do Brasil (BBAS3): Instituição financeira estatal, é o banco mais antigo do Brasil tem DY de 7,66%;

10) Gerdau (GGBR4): Metalúrgica e maior produtora de aços longos das Américas, tem DY de 11,60%.

Prefere fundos?

Investir em fundos é uma forma de buscar a diversificação do portfólio de forma descentralizada, deixando que o gestor tome a decisão sobre qual a melhor forma de alocar os ativos. Independentemente do tipo de investimento que você escolher, você pode contar com a Warren para ter acesso ao mercado de forma segura, transparente e sem conflito de interesses. Conheça a Warren e descubra todas as formas de investir disponíveis por lá.

Para mais conteúdos sobre finanças e investimentos, acesse o Canal Investe Mais

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