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Servidora da Justiça de Itajaí foi morta por asfixia, diz polícia; suspeito está preso

Namorado da vítima compareceu à delegacia e permaneceu em silêncio durante interrogatório

11/01/2022 - 10h02 - Atualizada em: 11/01/2022 - 10h04

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Por Giulia Machado
Indira Krieger foi encontrada morta no apartamento onde morava
Indira Krieger foi encontrada morta no apartamento onde morava
(Foto: )

A servidora da Justiça de Itajaí Indira Mihara Felski Krieger, 35 anos, foi morta por asfixia, segundo a polícia. O suspeito do assassinato é o namorado da mulher, que está preso e foi interrogado na tarde desta segunda-feira (10). De acordo com o delegado responsável pelo caso, Eduardo Ferraz, ele permaneceu em silêncio e não respondeu às perguntas.

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O suspeito, segundo a polícia, teria dito informalmente a um policial que ela teria sido morta depois de vê-lo consumir cocaína, mas a informação não foi confirmada em interrogatório e será apurada pelos investigadores durante o inquérito.

Leonardo Trainotti se apresentou em uma delegacia de Balneário Camboriú por volta das 4h da madrugada de segunda, acompanhado da advogada. Ele tinha um mandado de prisão temporária e era considerado foragido desde que o corpo da mulher foi encontrado, no sábado (8).

O suspeito deve permanecer preso por 30 dias, e após esse período a polícia pode pedir a conversão da prisão temporária em preventiva para ele continuar detido no decorrer do inquérito. A partir de agora ele só deve voltar a ser interrogado no Judiciário.

Relembre

Indira foi encontrada já sem vida no apartamento onde morava no bairro Fazenda. Após o crime, a polícia checou as imagens das câmeras de segurança do prédio, que mostraram que Trainotti saiu do local com o carro da vítima.

A PM foi até a casa dos pais do suspeito, mas eles informaram que não sabiam onde o homem estava. No domingo (9), por volta do meio-dia, a equipe encontrou o carro da vítima no estacionamento de um motel em Balneário Camboriú, mas o homem não estava lá.

Indira era servidora no Cartório da Fazenda em Itajaí, e irmã da juíza Anuska Felski, que atua na Vara Criminal do município.

Contraponto

A reportagem tentou falar com a advogada de Leonardo Trainotti, Indyara Rossetto, mas não conseguiu contato até a publicação desta matéria.

* Sob supervisão de Augusto Ittner

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