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    Eleições 2020

    Em eleição fragmentada, pesquisa de Joinville não permite tranquilidade nem para quem está na frente

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    Saavedra
    Por Saavedra
    21/10/2020 - 23h11 - Atualizada em: 21/10/2020 - 23h22
    montagem mostra as fotos dos 15 candidatos a prefeito de Joinville em 2020
    Joinville tem número recorde de candidatos a prefeito nas eleições 2020 (Foto: Divulgação)

    A fragmentação na eleição de Joinville, com recorde de candidatos, se reflete na consulta do Paraná Pesquisas sobre a disputa pela prefeitura: uma sucessão de empates técnicos, com somente Darci de Matos (PSD), com 24,1% na intenção de voto, conseguindo distância superior à margem de erro em relação aos oponentes. Ainda assim, não alcança o patamar de um quarto do eleitorado. 

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    A pesquisa coloca Fernando Krelling (MDB) em segundo lugar numericamente, com 15,1%. Mas como a margem de erro é de quatro pontos percentuais, o candidato do MDB está em situação de empate técnico, ainda que perto do limite, com Tânia Eberhardt (Cidadania), citada por 7,5% dos entrevistados. Os demais candidatos não alcançaram 5%. A pesquisa, com dados coletados entre domingo (18) e terça-feira (20), foi contratada pela NSC Comunicação.

    Os candidatos do PSD e do MDB aparecerem na dianteira na pesquisa não chega a ser surpresa porque são os dois partidos com as maiores alianças, além de serem as duas legendas que chegaram ao segundo turno em 2016. Mas mesmo que falte menos de um mês para o primeiro turno, os números não permitem tranquilidade para as duas candidaturas, ainda que a situação seja mais favorável, principalmente para Darci, na comparação com os adversários.

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    Mas se lidera na pesquisa estimulada, Darci também tem o maior índice de rejeição, com 28,7%, conforme a pesquisa. Krelling fica em segundo, com 18,4%, além de não apresentar vantagem expressiva em relação a quem ocupa o terceiro lugar. Uma outra leitura possível para os dois candidatos é que o segundo turno continua como possibilidade, mas com menos votos por causa da multidão de candidatos.

    Claro que o desafio é ainda maior para os demais candidatos. Se não houve uma disparada dos candidatos com as maiores coligações, evidentemente não há necessidade de conquistar um contingente expressivo de eleitores. Só que para a maioria das candidaturas, a conquista da vaga no segundo turno só virá com o triplo ou mais da atual intenção de voto. Há pouco mais de 20 dias para essa luta.

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