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Federação descarta risco de “desobediência generalizada” entre PMs

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Por Dagmara Spautz
25/08/2021 - 11h58 - Atualizada em: 25/08/2021 - 12h00
Polícia Militar de Santa Catarina
Polícia Militar de Santa Catarina (Foto: Felipe Carneiro, Arquivo NSC)

Organizações que representam policiais militares da ativa e da reserva consideram improvável a hipótese de que PMs façam uma adesão em massa a movimentos de ruptura institucional. O receio de insurgência por parte das polícias estaduais foi discutido na reunião do fórum de governadores, no início da semana, e levou os estados a apertarem o cerco para identificar eventuais abusos.

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- Não vejo qualquer condição de desobediência generalizada – disse à coluna o coronel Marlon Tezza, da reserva da PMSC, que é presidente da Feneme, federação que integra 51 entidades e 75 mil oficiais das polícias militares de todo o país.

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Tezza disse que há situações “isoladas” nas polícias, que não devem ser confundidas com um posicionamento institucional. Para ele, a possibilidade de que policiais façam adesão a movimentos antidemocráticos de forma coordenada é descabida.

- Tradicionalmente enfrentamos revoluções, revoltas, e sobrevivemos porque estamos no lado da lei.

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Ao longo dos últimos dias, fontes ligadas à PM que foram ouvidas pela coluna ressaltaram que os policiais conhecem os limites que são impostos por lei e não vão aderir a inconstitucionalidades. As manifestações político-partidárias são vedadas aos militares da ativa no exercício da função, e podem ser punidas tanto administrativamente, quanto pela Justiça Militar.

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Em 2009, após uma greve com reivindicações salariais e de carreira, mais de mil policiais responderam administrativamente - 22 chegaram a ser expulsos da corporação - e vários foram processados criminalmente na Justiça Militar por crimes militares como motim, insubordinação, desobediência e desacato, entre outros.

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Ainda na segunda-feira, a Polícia Militar de Santa Catarina emitiu uma nota em resposta a reportagem do Estadão, que falava sobre movimentações de policiais nos estados. No texto, a PMSC ressalta que “sempre cumpriu e sempre cumprirá o seu papel de manter a ordem, o respeito às regras, às leis e à Constituição Federal”, e destaca que “nunca houve e nunca haverá nenhum tipo de posicionamento institucional político ou ideológico”.

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