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RANKING DO BILHÃO

Quais são as empresas bilionárias de Santa Catarina

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Por Pedro Machado
30/10/2021 - 08h04 - Atualizada em: 30/10/2021 - 08h06
Bunge, BRF, WEG e Aurora são as quatro primeiras no ranking de receita líquida
Bunge, BRF, WEG e Aurora são as quatro primeiras no ranking de receita líquida (Foto: Reprodução)

O Grupo Lunelli anunciou nesta semana que atingiu um faturamento bruto de R$ 1 bilhão entre janeiro e outubro de 2021, resultado que garante à empresa têxtil com sede em Guaramirim um ingresso para o seleto clube de empresas bilionárias de Santa Catarina. A lista não é muito extensa, mas relevante. Por todas as regiões do Estado estão espalhadas companhias que já superaram a barreira do bilhão quando o assunto é receita de vendas. São mais de 30 nesta condição.

Veja quais são as empresas bilionárias de Santa Catarina

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Para construir a relação das empresas catarinenses bilionárias, a coluna usou como principal base o ranking Valor 1000, publicado anualmente pelo jornal Valor Econômico. Este levantamento, feito a partir da análise de balanços financeiros, considera a receita líquida (já com dedução de impostos sobre vendas, descontos, abatimentos e devoluções) de 2020 como principal indicador de classificação – por isso o levantamento ainda não considera a própria Lunelli.

> Grandes empresas de Blumenau que foram vendidas e o que aconteceu com elas

Confira lista de empresas bilionárias de SC

  • Bunge Alimentos - R$ 50,5 bilhões   
  • BRF - R$ 39,4 bilhões   
  • WEG - R$ 17,4 bilhões  
  • Aurora - R$ 13,4 bilhões
  • Engie Brasil - R$ 12,2 bilhões
  • Whirlpool - R$ 9,26 bilhões
  • Celesc - R$ 8,8 bilhões
  • Grupo Pereira - R$ 8,78 bilhões
  • Havan - R$ 7,95 bilhões
  • Cooperalfa - R$ 4,8 bilhões
  • Tupy - R$ 4,25 bilhões
  • Tigre - R$ 3,33 bilhões
  • Supermercados Koch* - R$ 3,19 bilhões 
  • Angeloni* - R$ 2,96 bilhões
  • Eletrosul - R$ 2,7 bilhões
  • Giassi* - R$ 2,41 bilhões
  • Clamed Farmácias - R$ 2,26 bilhões
  • Copercampos - R$ 2,21 bilhões
  • Intelbras - R$ 2,13 bilhões
  • Copérdia - R$ 2,09 bilhões
  • Delly's Food Service - R$ 1,78 bilhão
  • Pamplona Alimentos - R$ 1,73 bilhão
  • Mexichem do Brasil (Amanco) - R$ 1,72 bilhão
  • Mundial Mix* - R$ 1,58 bilhão
  • Portobello - R$ 1,33 bilhão
  • Casan - R$ 1,14 bilhão
  • Tuper - R$ 1,07 bilhão
  • Cia. Hering - R$ 1,07 bilhão
  • Unimed Florianópolis - R$ 1,07 bilhão
  • Schulz - R$ 1,05 bilhão
  • Gomes da Costa - R$ 1,04 bilhão
  • Cooper - R$ 1,03 bilhão

No caso de redes de supermercados (marcados com um * na relação acima), o parâmetro utilizado foi a pesquisa da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), que leva em conta o faturamento bruto (que é maior do que a receita líquida por não considerar os descontos) de 2020. Assim, empresas como Grupo Pereira, Angeloni e Mundial Mix, que não aparecem na relação do Valor 1000, foram acrescentadas.

Como exceções, pela relevância de suas atuações, a coluna adicionou ao grupo a Whirlpool, de Joinville, a estatal Eletrosul, que tem sede em Florianópolis, a Unimed Florianópolis e a Cooper, cooperativa de consumo com unidades no Vale do Itajaí e região Norte. Todas, mesmo sem aparecerem em rankings, divulgaram que tiveram receita líquida superior a R$ 1 bilhão em 2020.

*Colaborou Estela Benetti

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